Na rubrica "Venha Ver", existe a livraria "Pó dos Livros".
Peço a vossa atenção porque as férias estão à porta, porque as calorias tem de ser reduzidas e como ler é fundamental cliquem no link. De qualquer maneira fica um bocadinho do que podem lá encontrar.
"- Ir a uma livraria a pé e comprar um saco cheio de livros – 500 calorias por hora
- Arrumar os livros numa estante – 450 cph
- Escrever, traduzir, rever um livro – 450 a 400 cph
- Ler um mau livro – de 400 a 350 cph (consome mais calorias do que ler um bom livro, mas é muito prejudicial para a sua saúde mental)
- Ler um bom livro – 300 a 250 cph
- Ler a contracapa e as badanas – 50 cph
- Folhear um livro – 25 cph
- Pegar num livro – 15 cph"
Ana Bela
sábado, 27 de junho de 2009
sexta-feira, 26 de junho de 2009
Quando não estamos por cá
Bebi agora um Ruby
Não me soube nada bem.
Gosto mais no Grilo,
quando é Raquel a servi-lo.
Agosto 2006
Ana Bela
Não me soube nada bem.
Gosto mais no Grilo,
quando é Raquel a servi-lo.
Agosto 2006
Ana Bela
quinta-feira, 25 de junho de 2009
Quando via o SATU, aquele comboiozinho que anda para cima e para baixo, sentia uma certa curiosidade em saber quem o utilizava pois que me parecia, visto de longe, totalmente vazio. Invariavelmente o meu olhar era atraído por ele. Um dia, como não sou de meias medidas, comprei um bilhete e embarquei. Fiz a viagem de ida e volta sem ver ninguém, o curioso é que o conforto e o design fez-me lembrar que ia num anfíbio e que a qualquer momento ia sulcar os oceanos.
É pena que o custo do bilhete seja tão elevado porque a sensação até é gostosa, experimentem.
Ana Bela
quarta-feira, 24 de junho de 2009
Momentos Hilariantes
No habitual convívio das tardes do Grilo, onde os jovens se encontram com os amigos, entrou um deles. Percebemos que algo se passava, pois que a risota era grande na esplanada.
Veio dar-me um beijinho como é costume de tantos e quando se voltou percebi porque riam.
Trazia preso nas calças o resto do papel higiénico. Imaginam a figura que fez até chegar ali.
Ana Bela
Veio dar-me um beijinho como é costume de tantos e quando se voltou percebi porque riam.
Trazia preso nas calças o resto do papel higiénico. Imaginam a figura que fez até chegar ali.
Ana Bela
terça-feira, 23 de junho de 2009
Pai
Acordei num dia pardacento e eu tão nevoenta como ele. Não me apetecia fazer nada, fiquei sentada a pensar, enrolada numa manta, como se a mesma me protegesse do aborrecimento do dia.
Apoderou-se de mim uma vontade tão grande de te ver, de aquecer as minhas mãos nas tuas.
Aos poucos, fui sentindo que algo me puxava para o interior, deixei-me ir. Encontrei muita gente que guardo no lado esquerdo, dei beijos, abraços e foi muito difícil separar os abraços dos abraços.
Percorri ansiosamente todos os rostos que tanto amei, timidamente, lá estavam duas mãos estendidas onde se aconchegaram as minhas. Foi tão doce a sensação...
...Acordei, alguém me chamava por entre a neblina do sonho.
Não importa, sei agora o caminho...
Voltarei num dia pardacento.
Ana Bela
Apoderou-se de mim uma vontade tão grande de te ver, de aquecer as minhas mãos nas tuas.
Aos poucos, fui sentindo que algo me puxava para o interior, deixei-me ir. Encontrei muita gente que guardo no lado esquerdo, dei beijos, abraços e foi muito difícil separar os abraços dos abraços.
Percorri ansiosamente todos os rostos que tanto amei, timidamente, lá estavam duas mãos estendidas onde se aconchegaram as minhas. Foi tão doce a sensação...
...Acordei, alguém me chamava por entre a neblina do sonho.
Não importa, sei agora o caminho...
Voltarei num dia pardacento.
Ana Bela
segunda-feira, 22 de junho de 2009
domingo, 21 de junho de 2009
Grande (a)braço
Um colega meu dava aulas do ensino primário a uma classe especial de crianças com problemas. Um dia pediu-lhes que desenhassem o retrato do professor. Enquanto perambulava pela aula olhando os desenhos, passou pelo Robert. O menino tinha desenhado uma figura muito pequena no canto inferior da folha e uma figura muito grande, com um braço ameaçador levantado, dominando o resto do papel. Intrigado, o meu amigo pediu a Robert que lhe explicasse o desenho.
- Este é o senhor - respondeu ele, apontando para a figura central. - E este sou eu - acrescentou, indicando a figura pequenina.
- Porque é que eu tenho o braço assim esticado? - perguntou o meu colega. - Sou algum policia?
- Não, senhor - disse Robert. - é só o seu braço. Espero que goste de mim o suficiente para me abraçar alguma vez.
E foi o que o meu amigo fez.
R.N. McGregor
Ana Bela
Um colega meu dava aulas do ensino primário a uma classe especial de crianças com problemas. Um dia pediu-lhes que desenhassem o retrato do professor. Enquanto perambulava pela aula olhando os desenhos, passou pelo Robert. O menino tinha desenhado uma figura muito pequena no canto inferior da folha e uma figura muito grande, com um braço ameaçador levantado, dominando o resto do papel. Intrigado, o meu amigo pediu a Robert que lhe explicasse o desenho.
- Este é o senhor - respondeu ele, apontando para a figura central. - E este sou eu - acrescentou, indicando a figura pequenina.
- Porque é que eu tenho o braço assim esticado? - perguntou o meu colega. - Sou algum policia?
- Não, senhor - disse Robert. - é só o seu braço. Espero que goste de mim o suficiente para me abraçar alguma vez.
E foi o que o meu amigo fez.
R.N. McGregor
Ana Bela
Subscrever:
Mensagens (Atom)




