Por incrivel que pareça, recebi hoje este poema vindo do Brasil, de alguém que gostou do tema da 5ª sessão "pintar o vento" demonstrando assim como o Mundo é pequeno e a poesia grande. Não sei quem é o senhor, mas agradeço e registo-o aqui com muito agrado.
TINGINDO O VENTO
JOSÉ ERNESTO FERARRESSO
Quando caminho pela praia,
e ouço o barulho do mar,sinto o vento me tocar,
como se algo quisesse falar.
Sinto a aragem daquele ar,
frio, calmo, e às vezes mais fortes,
que vem colorir meus momentos ,
e tingir minha face.
Cerro meus olhos e
imagino tingir e descobrir sua cor.
Relembra o prateado da lua, o doirado do sol,
mas é só um vento brando.
que corta a calma, que enche minh'alma,
meu íntimo e minhas lembranças.
Traz segredos que são meus,
do meu tempo de criança.Afasta de mim tristezas,
para trazer esperanças.
SERRA NEGRA
08/11/09
Ana Bela
sexta-feira, 13 de novembro de 2009
quinta-feira, 12 de novembro de 2009
quarta-feira, 11 de novembro de 2009
De Mário de Sá Carneiro e porque hoje estou cinzenta assim a atirar para preto.
Fim
Quando eu morrer batam em latas,
Rompam aos saltos e aos pinotes,
Façam estalar no ar chicotes,
Chamem palhaços e acrobatas!
Que o meu caixão vá sobre um burro
Ajaezado à andaluza...
A um morto nada se recusa,
E eu quero por força ir de burro!
Esta é daquelas coisas que ficam no meio de tantas outras que esquecemos, dizem que cultura é isso, é o que fica. Este poema eu sei de cor.
Ana Bela
Fim
Quando eu morrer batam em latas,
Rompam aos saltos e aos pinotes,
Façam estalar no ar chicotes,
Chamem palhaços e acrobatas!
Que o meu caixão vá sobre um burro
Ajaezado à andaluza...
A um morto nada se recusa,
E eu quero por força ir de burro!
Esta é daquelas coisas que ficam no meio de tantas outras que esquecemos, dizem que cultura é isso, é o que fica. Este poema eu sei de cor.
Ana Bela
terça-feira, 10 de novembro de 2009
Esta semana já me viram mais um bocadinho cá fora. Voltei aos tempos de professora , desta feita de culinária, mas é mesmo assim, tenho que ensinar tudo na cozinha, para que possam novamente contar comigo atrás do balcão. Por mim estou desejosa, pois tenho saudades do convívio com os amigos, muito embora muitos me visitem diariamente na cozinha, o que muito agradeço.
Ana Bela
Ana Bela
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
domingo, 8 de novembro de 2009
Esta semana, fiquei espantada com a atitude de revolta de uma senhora que entrou no café, viu os livros do Grilo que datam de I e II volumes - Novembro de 2006, segunda edição do I vol Dezembro - 2006, III e IV volumes -Setembro de 2007 e V vol - Junho 2009.
Acontece, que a revolta tinha um motivo, ela, cliente tão antiga do grilo não escreveu nos livros porque para tal não foi avisada.
Só posso manifestar o meu espanto por os livros serem só agora descobertos e depois, porque
foi bem anunciado o que pretendiamos fazer. Será que as pessoas andam assim tão distraidas?.
Passaram 4 anos. Prometo esforçar-me mais para a próxima.
Ana Bela
Acontece, que a revolta tinha um motivo, ela, cliente tão antiga do grilo não escreveu nos livros porque para tal não foi avisada.
Só posso manifestar o meu espanto por os livros serem só agora descobertos e depois, porque
foi bem anunciado o que pretendiamos fazer. Será que as pessoas andam assim tão distraidas?.
Passaram 4 anos. Prometo esforçar-me mais para a próxima.
Ana Bela
sábado, 7 de novembro de 2009
Não se espante quem vir a Raquel ou o Pedro, em determinada hora do dia, pôr pingos nos olhos de um amigo dos mais assíduos e constantes do Grilo. Momentos destes são a maior homenagem que se pode fazer à frase de outro amigo, já diversas vezes aqui repetida, mas sempre actual.
"Esta café é uma metáfora da vida"
Ana Bela
"Esta café é uma metáfora da vida"
Ana Bela
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