No dia 2 de Janeiro, dizia mais ou menos que as passagens do ano eram sempre iguais e que ao outro dia tudo era a mesma coisa, no entanto, uma amiga que se senta todas as manhãs na esplanada, deu-me a tal prosa poética para ler na nossa 8ª sessão. Talvez que, afinal a passagem do dia 31 de Dezembro para 1 de Janeiro, tenha o seu quê de esperança...
"Quem teve a ideia de cortar o tempo em fatias, a que se deu o nome de Ano, foi um individuo genial.
Industrializou a esperança, fazendo-a funcionar no limite da exaustão.
Doze meses dão para qualquer ser humano se cansar de entregar os pontos.
Aí entra o milagre da renovação e tudo começa outra vez com outro número e...outra vontade de
acreditar, que dali para diante vai ser diferente...
Para vocês,
Desejo os sonhos realizados.
Os amores esperados.
As esperanças renovadas.
Para vocês,
desejo todas as cores da vida.
Todas as alegriasque puderem sorrir.
Todas as músicas que puderem emocionar.
Para vocês neste novo ano,
desejo que os amigos sejam mais cúmplices,
que suas famílias estejam mais unidas,
que suas vidas sejam mais bem vividas.
Gostaria de lhes desejar tantas coisas.
Mas nada seria suficiente...
Então, desejo apenas que vocês tenham muitos desejos.
Desejos GRANDES e que eles os possam mover a cada minuto,
ao rumo das suas felicidades!!! "
(Carlos Drumont de Andrade)
Ana Bela
sexta-feira, 15 de janeiro de 2010
quinta-feira, 14 de janeiro de 2010
Todas as noites de Poesia são diferentes de mês para mês, não só pelo tema mas por o poeta escolhido.
Nesta sessão para alem de Ary dos Santos festejámos a passagem do ano com uma bonita prosa poética de Carlos Drumond de Andrade e o dia de réis, que por "Eles" mudámos a sessão.


O Manuel tocou e cantou um poema para Lorca de Ary dos Santos

E o Pedro cantou Ary dos Santos

E por fim festejámos os Reis...


Ana Bela
Nesta sessão para alem de Ary dos Santos festejámos a passagem do ano com uma bonita prosa poética de Carlos Drumond de Andrade e o dia de réis, que por "Eles" mudámos a sessão.


O Manuel tocou e cantou um poema para Lorca de Ary dos Santos

E o Pedro cantou Ary dos Santos

E por fim festejámos os Reis...


Ana Bela
quarta-feira, 13 de janeiro de 2010
terça-feira, 12 de janeiro de 2010
Estava a ver uma revista de ideias para transformar a nossa casa e deparei com uma nova técnica de decorar as paredes. Mas eu já tinha tido esta ideia, no Magoito, para onde sabem que me fujo, tenho uma parede onde todos os que por lá passam escrevem uma mensagem. Assim, na ausência dos amigos, leio o que deixaram escrito e estamos juntos. É engraçado, embora confuso para alguns. Acreditem que me rio imensas vezes sózinha com as ditas mensagens. Experimentem...
Ana Bela
Ana Bela
segunda-feira, 11 de janeiro de 2010
domingo, 10 de janeiro de 2010
Como diz o Poeta João Melo,
"Assusta-me o áspero açoite do vento nas árvores fragilizadas.
Mas estou vivo
e estou no mundo.
Eu, com um dia como o de hoje, transbordante de frio e chuva, só tenho mesmo que acreditar, embora com muita relutância, que estou viva mas congelada. Claro, o Poeta tem sempre a sua rezão... "estou no mundo"
Ana bela
"Assusta-me o áspero açoite do vento nas árvores fragilizadas.
Mas estou vivo
e estou no mundo.
Eu, com um dia como o de hoje, transbordante de frio e chuva, só tenho mesmo que acreditar, embora com muita relutância, que estou viva mas congelada. Claro, o Poeta tem sempre a sua rezão... "estou no mundo"
Ana bela
sábado, 9 de janeiro de 2010
Na busca constante que faço de pensamentos e frases esquecidas, mas ditas por alguém, acontece deparar-me sempre com coisas que além de certas, são hilariantes. Todas as semanas, e 18 anos têm muitas semanas, sempre houve no Grilo um pensamento, pessoas há que me perguntam onde os arranjo, é simples, desde miúda que colecciono tudo o que encontro e assim tenho uma bela soma de milhares de pensamentos.
Hoje encontrei esta definição e ai está poder transformá-la em hilariante.
Camisola: roupa de lã usada por crianças quando as mães estão com frio.
Imaginei com a temperatura dos ultimos dias, as criançinhas com tanta, mas tanta camisola vestida, que nem se podem mexer. Ri...
Ana Bela
Hoje encontrei esta definição e ai está poder transformá-la em hilariante.
Camisola: roupa de lã usada por crianças quando as mães estão com frio.
Imaginei com a temperatura dos ultimos dias, as criançinhas com tanta, mas tanta camisola vestida, que nem se podem mexer. Ri...
Ana Bela
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