Estava a olhar para a Nudi a cadela do Pedro e lembrei-me que este mês vou acrescentar à lista das leituras, um livro que eu gostei imenso de Manuel Alegre "cão como nós". Fez-me pensar que, quando somos amigos quer de pessoas ou animais, de uma maneira ou de outra ficarão sempre connosco.
Ana Bela
quinta-feira, 1 de julho de 2010
quarta-feira, 30 de junho de 2010
As crianças são assim como um sentimento a que não sei resistir de tal maneira me comovem.
Também sei que as estrago com mimos e alguns deixaram de ser crianças e eu teimo em ter saudades. Mas é para ter, nada tem mais magia que a sua inocência e ingenuidade, reparem...
Um pequenino para o outro:
- Aproveita o infantário enquanto podes, miúdo, na primeira classe não há sestas.
Ana Bela
Também sei que as estrago com mimos e alguns deixaram de ser crianças e eu teimo em ter saudades. Mas é para ter, nada tem mais magia que a sua inocência e ingenuidade, reparem...
Um pequenino para o outro:
- Aproveita o infantário enquanto podes, miúdo, na primeira classe não há sestas.
Ana Bela
terça-feira, 29 de junho de 2010
Um poema dos poetas do Grilo, para recordar a noite de dia 7 de Julho na Junta de Freguesia de Carcavelos.
Poemas à mesa do café
Vai assim este poema
Acaso tenhas vontade de ir
Para além dos primeiros seixos.
É o improvável
A testemunha ocular deste afecto.
É a ausência de um pontífice
Que o mantém suspenso
Entre duas margens de nada.
És a terra
Onde este rio negro e argiloso
Se afoga
E renasce
Fonte pura
Água
Fantasia.
Alexandre Conceição
Poemas à mesa do café
Vai assim este poema
Acaso tenhas vontade de ir
Para além dos primeiros seixos.
É o improvável
A testemunha ocular deste afecto.
É a ausência de um pontífice
Que o mantém suspenso
Entre duas margens de nada.
És a terra
Onde este rio negro e argiloso
Se afoga
E renasce
Fonte pura
Água
Fantasia.
Alexandre Conceição
domingo, 27 de junho de 2010
Continuando...
Os cheiros levam-nos ao agradável mundo da infância, é com frequencia que digo à minha irmã, cheira-me áquela sopa que a mãe fazia quando eramos pequenos e logo em resposta ela se lembra também de cheiros que trás na memória. Com os aromas que guardamos dentro do báu dos sentimentos passados mas não esquecidos, estamos por vezes muito tempo a desembrulhar recordações que surgem umas encadeadas nas outras.
Este tema fez nascer em mim tanto passado, que vou continuar.
Ana Bela
Os cheiros levam-nos ao agradável mundo da infância, é com frequencia que digo à minha irmã, cheira-me áquela sopa que a mãe fazia quando eramos pequenos e logo em resposta ela se lembra também de cheiros que trás na memória. Com os aromas que guardamos dentro do báu dos sentimentos passados mas não esquecidos, estamos por vezes muito tempo a desembrulhar recordações que surgem umas encadeadas nas outras.
Este tema fez nascer em mim tanto passado, que vou continuar.
Ana Bela
sábado, 26 de junho de 2010
Enquanto os poros da maioria das pessoas se entope de futebol, lembrei-me daqueles cheiros que nos ficam na memória, cheiros que não estão no nariz mas no pensamento.
Que saudade do cheiro a pão quente e à lenha com que acendiam os fornos, se batessemos à porta depois da meia noite, lá vinha o padeiro enfarinhado com o pão que escaldava. Agora, a lenha passa nos fios eléctricos. Onde as padarias e o doce cheiro de antigamente?
Há mais cheiros que vivem dentro de mim, vou continuar...
Ana Bela
Que saudade do cheiro a pão quente e à lenha com que acendiam os fornos, se batessemos à porta depois da meia noite, lá vinha o padeiro enfarinhado com o pão que escaldava. Agora, a lenha passa nos fios eléctricos. Onde as padarias e o doce cheiro de antigamente?
Há mais cheiros que vivem dentro de mim, vou continuar...
Ana Bela
sexta-feira, 25 de junho de 2010
Fazemos por vezes... muitas vezes, juízos errados das pessoas. Aqui me acuso.
A história.
Há um mês faleceu o marido de uma amiga do Grilo que diáriamente nos visita, acontece que em 18 anos, nunca o senhor nos visitou o que me levava a fazer os tais juízos... não gostaria muito de nós, mas acontece que a nossa amiga, tem entregue no Café todos os dias, os livros do marido.
Resumindo, foi esse o seu desejo, que os livros dele fossem para o Grilo.
Por vezes, estamos tão longe das verdades que fazemos a história que a nossa imaginação germina.
Obrigada
Ana Bela
A história.
Há um mês faleceu o marido de uma amiga do Grilo que diáriamente nos visita, acontece que em 18 anos, nunca o senhor nos visitou o que me levava a fazer os tais juízos... não gostaria muito de nós, mas acontece que a nossa amiga, tem entregue no Café todos os dias, os livros do marido.
Resumindo, foi esse o seu desejo, que os livros dele fossem para o Grilo.
Por vezes, estamos tão longe das verdades que fazemos a história que a nossa imaginação germina.
Obrigada
Ana Bela
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