sexta-feira, 2 de julho de 2010


Charles Chaplin escreveu...
"Já liguei só para escutar uma voz. Já me apaixonei por um sorriso"
Ana Bela

quinta-feira, 1 de julho de 2010

Estava a olhar para a Nudi a cadela do Pedro e lembrei-me que este mês vou acrescentar à lista das leituras, um livro que eu gostei imenso de Manuel Alegre "cão como nós". Fez-me pensar que, quando somos amigos quer de pessoas ou animais, de uma maneira ou de outra ficarão sempre connosco.




Ana Bela

quarta-feira, 30 de junho de 2010

As crianças são assim como um sentimento a que não sei resistir de tal maneira me comovem.
Também sei que as estrago com mimos e alguns deixaram de ser crianças e eu teimo em ter saudades. Mas é para ter, nada tem mais magia que a sua inocência e ingenuidade, reparem...

Um pequenino para o outro:
- Aproveita o infantário enquanto podes, miúdo, na primeira classe não há sestas.


Ana Bela

terça-feira, 29 de junho de 2010

Um poema dos poetas do Grilo, para recordar a noite de dia 7 de Julho na Junta de Freguesia de Carcavelos.

Poemas à mesa do café

Vai assim este poema
Acaso tenhas vontade de ir
Para além dos primeiros seixos.

É o improvável
A testemunha ocular deste afecto.
É a ausência de um pontífice
Que o mantém suspenso
Entre duas margens de nada.

És a terra
Onde este rio negro e argiloso
Se afoga
E renasce
Fonte pura
Água
Fantasia.


Alexandre Conceição

segunda-feira, 28 de junho de 2010




Faço queques gigantes, mas aviso já não peçam deste tamanho, vai sair muito caro!!!



Ana Bela

domingo, 27 de junho de 2010

Continuando...
Os cheiros levam-nos ao agradável mundo da infância, é com frequencia que digo à minha irmã, cheira-me áquela sopa que a mãe fazia quando eramos pequenos e logo em resposta ela se lembra também de cheiros que trás na memória. Com os aromas que guardamos dentro do báu dos sentimentos passados mas não esquecidos, estamos por vezes muito tempo a desembrulhar recordações que surgem umas encadeadas nas outras.
Este tema fez nascer em mim tanto passado, que vou continuar.



Ana Bela

sábado, 26 de junho de 2010

Enquanto os poros da maioria das pessoas se entope de futebol, lembrei-me daqueles cheiros que nos ficam na memória, cheiros que não estão no nariz mas no pensamento.

Que saudade do cheiro a pão quente e à lenha com que acendiam os fornos, se batessemos à porta depois da meia noite, lá vinha o padeiro enfarinhado com o pão que escaldava. Agora, a lenha passa nos fios eléctricos. Onde as padarias e o doce cheiro de antigamente?

Há mais cheiros que vivem dentro de mim, vou continuar...


Ana Bela