Ensaio por vezes umas tentativas de fazer poesia. Esta é a mais recente.
Morrem-se as palavras
nas pontas dos dedos
ouvem-se os silêncios
de olhos fechados
e com mãos entrelaçadas de vazios,
choro lágrimas que não existem.
Fico-me sentada à beira da estrada...
Ana Bela
domingo, 14 de novembro de 2010
sábado, 13 de novembro de 2010
Hoje foi-me visitar a Joaninha. Estava a cortar fiambre e ela perguntava como é que a máquina conseguia cortar, eu explicava, então ela muito séria perguntou se podia trazer o "Baltazar" ele ia ficar muito interessado a olhar. Perguntei se era um amigo dela, ao que respondeu que sim, era o gato.
Mais uma explicação complicada, fazer entender à Joaninha que os animais não podem entrar no café.
Ana Bela
Mais uma explicação complicada, fazer entender à Joaninha que os animais não podem entrar no café.
Ana Bela
sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Tinha acabado de me casar, tinha vinte anos, estava em Castelo Branco. O amor tinha acabado de me levar da minha amada praia da Parede, para aquele inferno de calor e frio que é aquela terra.
Em casa de uns amigos do Duarte, comi estes bolos que nunca mais esqueci. Passaram 38 anos e eu descobri a receita. Aqui estão os borrachões da Beira-Baixa.
Ana Bela
quinta-feira, 11 de novembro de 2010
São 3 folhas escritas por uma finalista de comunicação social. Transcrevo um pouco do texto, pois tenho a certeza que muitos o desconhecem.
"Um café onde as pessoas se alimentam de palavras, dos bem afamados queques, onde as fotografias, postais, as cartas a nu entrelaçam as memórias. Fica ao virar da "Rua dos afectos" a norte dos Lombos..."
(se tiverem vontade de ler todo o texto, basta pedir-nos)
Ana Bela
"Um café onde as pessoas se alimentam de palavras, dos bem afamados queques, onde as fotografias, postais, as cartas a nu entrelaçam as memórias. Fica ao virar da "Rua dos afectos" a norte dos Lombos..."
(se tiverem vontade de ler todo o texto, basta pedir-nos)
Ana Bela
quarta-feira, 10 de novembro de 2010
No Domingo aconteceu...
Durante toda a semana eu e o Pedro chegamos ao Grilo às 6h e 30m, ao Domingo quem vai comigo é o pai (Duarte). A história é simples, uma senhora logo à abertura chega ao balcão e diz: "hoje é o pai! como eu a ouvi na cozinha e queria cumprimentá-la, vim cá fora, assim que me viu disse: "mas a mãe é sempre a mesma"
Ana Bela
Durante toda a semana eu e o Pedro chegamos ao Grilo às 6h e 30m, ao Domingo quem vai comigo é o pai (Duarte). A história é simples, uma senhora logo à abertura chega ao balcão e diz: "hoje é o pai! como eu a ouvi na cozinha e queria cumprimentá-la, vim cá fora, assim que me viu disse: "mas a mãe é sempre a mesma"
Ana Bela
terça-feira, 9 de novembro de 2010
Ela comprou uma "Bimbi". Está tão maravilhada que para meu espanto escreveu no blog o menu de ontem à noite.
Não sou capaz de desejar uma máquina de fabricar comida. O enorme prazer que tenho em me servir das minhas colheres de pau ( agora fabricadas noutro material ), não me deixa aderir às novas tecnologias culinárias. O caso poderia mudar de figura, se a mesma "Bimbi" tirasse a casca às batatas, às cebolas, aos alhos...
Força amiga, muitos cremes de cogumelos.
Ana Bela
Não sou capaz de desejar uma máquina de fabricar comida. O enorme prazer que tenho em me servir das minhas colheres de pau ( agora fabricadas noutro material ), não me deixa aderir às novas tecnologias culinárias. O caso poderia mudar de figura, se a mesma "Bimbi" tirasse a casca às batatas, às cebolas, aos alhos...
Força amiga, muitos cremes de cogumelos.
Ana Bela
segunda-feira, 8 de novembro de 2010
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