Ana Bela
sábado, 2 de abril de 2011
Há um momento para o silêncio, para o amor, para abrir mão de qualquer coisa, para dizer sim ou dizer não. Eu, não consigo ter um momento para sorrir à chuva e ela teima em jogar às escondidas comigo. Sou uma apaixonada por os Açores, acho mesmo que viver rodeada de mar se daria bem comigo, mas não gosto de ter quatro estações no mesmo dia. Acho que as ilhas se estão a aproximar do continente. Porquê a chuva? Gostaria de sorrir mais, mas logo aparece a molhadinha...
sexta-feira, 1 de abril de 2011
quinta-feira, 31 de março de 2011
Acreditem ou não eu tenho saudades da Feira Popular, não, não tenho nenhumas dos carrinhos de choque, sou pouco dada a confusões e abanões. O que me sabia bem era passear num sítio diferente e animado numa única noite de Verão. Era ver o olhar brilhante do meu filho no meio de tanto carrocel, algodão doce, pipocas e balões. Porque não dizer que também tenho saudades das sardinhas assadas e das farturas? Lá sabiam melhor. Acabou-se. Ana Bela
quarta-feira, 30 de março de 2011
Já que ontem falei de casamento... Na minha experiência de 37 anos e a meu ver, o amor tem que ser um disparo químico entre duas pessoas, depois tem que se saber alimentar todas as fases porque vão passando os diversos reagentes, sem isso, não saberemos nunca reconhecer as composições e decomposições do processo. Ao fim e ao cabo é preciso AMAR.
Não, eu juro que a minha área não é quimica. Sou de artes. Quem sabe o amor não é uma arte?
Ana Bela
terça-feira, 29 de março de 2011
O comercial da "Ólá" foi saber que gelados queriamos e disse-me que se eu fizesse encomenda me dava um relógio de parede. Respondi que fazia a encomenda, mas não queria o relógio. Foi ao carro rápidamente e apresenta-me o dito cheio de bonecos dos gelados e até os ponteiros eram os pausinhos, aqueles que lambemos quando o gelado acaba. Toda esta conversa para dizer que ele achou que ficaria muito bem no quarto do meu neto. Quando lhe disse que o meu filho é solteiro, deu um suspiro e disse: COITADO. Aqui está um homem feliz, para quem o casamento deve ser o acto que tem forçosamente que acontecer. Ana Bela
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