sexta-feira, 8 de abril de 2011


A imagem não está muito nítida, mas não resisti a mostrá-la e ao mesmo tempo agradecer ao A. Aragão que ma enviou e que me fez recordar as notas de 20 (não de 100) que a minha mãe mandava dentro de uma carta, vinda de Angola, para o Colégio. O QUE EU FAZIA COM AQUELE DINHEIRO... ATÉ IA AO CINEMA E IA IA IA. (aos fins de semana claro, quando saía da clausura).

Fiquei-me para aqui a pensar. Onde é que eu vou com dez cêntimos?






Ana Bela

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Isto de ter tido aulas de economia doméstica, tem que se lhe diga. Ontem, cerca das 22h a minha amiga dos "ABRAÇOS" telefonou-me aflita que tinha entornado cera de uma vela na roupa. Por favor como é que posso tirar isto? disse-lhe o que eu faria e fiquei contente. Lembrei o que sempre dizia a professora quando cansadas de escrever tanto (não havia livrinho era encher folhas e folhas de truques) " Escrevam, um dia ainda vão precisar disso tudo" Não é que ela era adivinha?
Ana Bela

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Quem esteve esta manhã no Grilo teve direito a ouvir uma guitarrada tocada e muito bem por um daqueles meninos pequeninos que andam a sair por todas as janelas do carro, enquanto a mãe toma tranquilamente o café. Afinal o menino não sabe só escalar "Monovolumes"
Ana Bela

terça-feira, 5 de abril de 2011


Hoje não me vou queixar de nada. Hoje foi mesmo um dia para mim. Hoje o calor. Hoje o Sol. Hoje certamente mais pessoas sorridentes. "Hoje nâo choveu"






Ana Bela








segunda-feira, 4 de abril de 2011

É só números...

Mais um conhecimento, dos muitos que desconheço.



"Um grande navio transatlântico queima 1l de combustível por cada 4cm que avança"





Ana Bela

domingo, 3 de abril de 2011

Jorge Casimiro é um poeta que tenho imenso gosto em conhecer. Escreveu nos livros do Grilo e encontrei-o em sessões de poesia, onde me deixei apaixonar por o que escreve. "Murmúrios ventos" é um livro que não deixo de ter por perto.

"de pedra

são de pedra as lágrimas

que não te atiro

por não saber como chorá-las"



Jorge Casimiro

sábado, 2 de abril de 2011

Há um momento para o silêncio, para o amor, para abrir mão de qualquer coisa, para dizer sim ou dizer não. Eu, não consigo ter um momento para sorrir à chuva e ela teima em jogar às escondidas comigo. Sou uma apaixonada por os Açores, acho mesmo que viver rodeada de mar se daria bem comigo, mas não gosto de ter quatro estações no mesmo dia. Acho que as ilhas se estão a aproximar do continente. Porquê a chuva? Gostaria de sorrir mais, mas logo aparece a molhadinha...
Ana Bela