terça-feira, 31 de maio de 2011

Li esta frase e de pronto me lembrei de uma amiga que todos os dias me visita na cozinha e se me encontra em dias de não sorriso, só sai dali quando me faz rir. Olha Filomena, tens transformado muito dos meus dias em gargalhadas, obrigada.


"A felicidade é contagiosa:
rodeie-se de rostos felizes."



Ana Bela

segunda-feira, 30 de maio de 2011

I o Insólito continua a acontecer no Café Grilo.
Alguém agarrou no poema que estava no balcão esta semana e escreveu por baixo o seu próprio poema e entregou-nos.

Ana Bela

sábado, 28 de maio de 2011

Hoje logo por a manhã, bem cedinho, quando o sono ainda me acompanhava e eram 8h e eu e o Pedro já tinhamos tentado abrir os olhos desde as 6h, que passadas duas ainda teimavam em manter aquele peso do sono, uma senhora resolve dizer-me : "o seu Pedro é assim tão grande, para caber o coração" Juro, de imediato me passou o sono.
Eu já sabia que o meu filho tem um grande coração, só não sabia é que por esse motivo, ele é assim grandito.




Ana Bela

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Negação... ou não

Parada, esquecida, adormecida...
esta imagem sem contornos
que teima em fugir
esta saudade que não entendo
este silêncio...
parado
esquecido
adormecido.

Ana Duarte-2011

quinta-feira, 26 de maio de 2011



Quando chove, custa -me muito arrastar o dia. Sou como o caracol, arrasta a casa no lento passar do dia. só me fica a curiosidade de saber se é mais feliz molhado, ou seco, coladinho a uma folha do jardim.




Ana Bela

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Momentos hilariantes

Uma senhora estava a dar volta à torneira da casa de banho, sem saber como poderia obter água já que é de pedal. Quando me apercebi disse-lhe como era. Então a senhora foi carregar com a mão no pedal que se encontra no chão claro, e tentava a todo o custo apanhar a água que entretanto saía da torneira. Com uma mão no pedal e a outra para lavar era de todo difícil.
Claro que me ri. Ela também.



Ana Bela

terça-feira, 24 de maio de 2011

Só me deu para rir, a minha irmã Júlia, mãe do Bernardo, tem vindo cá a casa pedir-me pequenas coisas para um teatro que vão fazer na Escola.
Toda a vida me chamou "tralheira" e hoje depois de tentar encontrar o que ela precisava, acabei por lhe dizer: não entendo, tu dizes que sou tralheira, mas vens cá buscar o que te faz falta..
A resposta foi pronta: por saber isso é que cá venho.
A minha avó já dizia: " quem guarda encontra"



Ana Bela