quarta-feira, 6 de julho de 2011



Há muitos anos que este queque nos acompanha. É uma vela que um amigo resolveu fazer para nós. Hoje olhei-o e lembrei-me de o pôr aqui porque é para mim sempre que o meu olhar cai nele, uma prova que as pessoas nos levam com elas e se lembram de nós, mesmo depois de beberem o cafézinho. "Por onde andas tu Luis, fazedor de velas?"



Ana Bela

terça-feira, 5 de julho de 2011

Quando faço açorda de coentros o meu amigo Quintino diz sempre o mesmo, "a menina faz uma açorda muito boa, tem que me ensinar o truque".
Pois bem, eu acho que todos fazem açorda da mesma maneira, mas...

Muitos alhos esmagados, não picados, um bom azeite, muitos coentros e especialmente um bom pão escuro. Depois proceder como em todas as açordas e comer.


Ana Bela

segunda-feira, 4 de julho de 2011

O meu amigo que me mima diáriamente com os mais divertidos, sábios e informativos mails, enviou-me muitos exemplos do que acontece a quem já está assim um pouco usadote.

"Os nossos segredos estão seguros com os amigos, eles não conseguem recordá-los"

Que maldade! Que verdade!
Só não entendo muito bem é como eu me lembro do segredo para contar ao amigo...

Ana Bela

domingo, 3 de julho de 2011

Para o livro deste mês, que aliás é um autor repetido, não tenho palavras que possam despertar o vosso interesse para este fabuloso romance. Assim, transcrevo parte do que escreve David Lodge, New York Review of Boocks.

" Uma obra de apaixonada premência da exploração de afeto e liberdade.
Uma pequena e perturbante obra-prima"



Ana Bela

sábado, 2 de julho de 2011



As mãos são para mim a parte mais importante do meu todo enquanto pessoa. Com as minhas mãos eu posso dar, receber, tirar, acariciar, amar e se as juntar a outras mãos, posso quem sabe mudar o mundo. "Como queria mudar o mundo"



Ana Bela

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Momentos hilariantes , ou assim assim...

O que aconteceu, nunca tinha acontecido ao Pedro, por isso ele achou tanta piada.
Um casal entra no Grilo, como que vindo na disposição de compensar qualquer falta de açucar, pois a ansiedade estava nas suas faces quando disseram olhando a montra, hoje vimos para comer guloseimas. "corte-nos um pastel de nata ao meio"


Ana Bela

quinta-feira, 30 de junho de 2011

Tenho pena que o livro do meu amigo Tiago Barroso, não esteja ainda à venda nas livrarias. Para não perderem tudo, um poema dele, escolhido entre os que mais gosto.


Quando a noite se afoga na aurora
E os pássaros trinam melodias aprendidas
nos sonhos
Quando as janelas se esventram para deixar
entrar o mundo
Nasço.



Ana Bela