Para obter o máximo de sumo de um limão, coloque-o em água quente, uma hora antes de espremê-lo. Também o pode rolar na bancada, fazendo pressão com a mão até que fique mais mole.
Ana Bela
terça-feira, 6 de setembro de 2011
segunda-feira, 5 de setembro de 2011
Há ainda quem ache um disparate as coleções, não me importo nada com essa opinião dos que me rodeiam e para que saibam mais uma coisa de mim. Faço coleção de:
- presépios pequeninos
- bonecas em miniatura
- jogos quebra cabeça em madeira
- fósforos
- dedais
- latas e latinhas
- colares
A maior de todas as minhas coleções é de LIVROS
Agora sim, talvez tenha dado hoje motivo para me chamarem "maluca"
Ana Bela
domingo, 4 de setembro de 2011
Há quem nem queira ouvir falar de coleções, eu, como sou tralheira (assim me chama a minha irmã) guardo tudo, o que faz com que ao fim de algum tempo vire coleção. Alguém no Grilo soube que junto caixas de fósforos e tem-me presenteado com verdadeiras relíquias. Esta semana recebi esta ternurinha. São lindos, pequeninos e coloridos. Obrigada.
Ana Bela
sábado, 3 de setembro de 2011
Porque poesia é algo que respiro...
O Cercado
De que cor era o meu cinto de missangas, mãe
feito pelas tuas mãos
e fios do teu cabelo
cortado na lua cheia
guardaddo do cacimbo
no cesto trançado das coisas da avó
Onde está a panela do provérbio, mãe
a das três pernas
e asa partida
que me deste antes das chuvas grandes
no dia do noivado
De que cor era a minha voz, mãe
quando anunciava a manhã junto à cascata
e descia devagarinho pelos dias
Onde está o tempo prometido p'ra viver, mãe
se tudo se guarda e recolhe no tempo da espera
p'ra lá do cercado
Poema de Ana Paula Tavares, escritora Angolana nascida em 1952
Ana Bela
O Cercado
De que cor era o meu cinto de missangas, mãe
feito pelas tuas mãos
e fios do teu cabelo
cortado na lua cheia
guardaddo do cacimbo
no cesto trançado das coisas da avó
Onde está a panela do provérbio, mãe
a das três pernas
e asa partida
que me deste antes das chuvas grandes
no dia do noivado
De que cor era a minha voz, mãe
quando anunciava a manhã junto à cascata
e descia devagarinho pelos dias
Onde está o tempo prometido p'ra viver, mãe
se tudo se guarda e recolhe no tempo da espera
p'ra lá do cercado
Poema de Ana Paula Tavares, escritora Angolana nascida em 1952
Ana Bela
quinta-feira, 1 de setembro de 2011
O livro deste mês, foi uma das minhas leituras de férias. Gabriel Garcia Marques, é desde há muito um escritor que gosto de ler. Prémio Nobel da literatura 1982, mostra neste livro que o amor pode ser um sonho, uma realidade, sómente uma ternura, também uma obsessão, um passageiro segundo ou uma eternidade. Em suma e na minha opinião o amor é uma questão de tempo, podemos amar com um beijo, uma carícia, uma flor, uma ilusão.
"Há muitas formas de AMAR"
Ana Bela
"Há muitas formas de AMAR"
Ana Bela
quarta-feira, 31 de agosto de 2011
O T.I.O, teatro de Oeiras, vai voltar a ter em cena H2M1. Será por um curto espaço de tempo. Não percam, só não vou ver outra vez, porque me lembro muito bem do que me ri. Curioso é que entre nós ficaram algumas das frases que por lá ouvimos. Se estão a precisar de rir, depressa para o teatro.
Ana Bela
Ana Bela
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