terça-feira, 17 de abril de 2012

No Domingo, enquanto ia lavando as cadeiras da esplanada, conversáva com alguém que bebia um café.
O tema: "os inúmeros divórcios dos dias de hoje".
Achava eu que dentro de um casamento há casamentos e divórcios, somando todos, dá casamento para muito tempo. Conversar, é receita, hoje, desiste-se ao primeiro sinal de contrariedade.


Ana Bela

segunda-feira, 16 de abril de 2012

Mais um apelo à boa vontade de todos os amigos do Grilo. Estamos a recolher tampinhas de garrafas para ajudar na oferta de uma cadeira de rodas. Se juntar todas as que diáriamente passam na sua mão, em casa, vai ficar admirado com a quantidade delas, que pode trazer ao Grilo.



Ana Bela

domingo, 15 de abril de 2012

Na esplanada do Grilo.
Este casal, como podem ver tem o hábito de ler um para o outro. O curioso é que chegam e vão buscar o livro que elegeram como "o nosso livro", durante cerca de 30m ali ficam na leitura partilhada. No fim, voltam a pôr o livro na estante até à próxima visita.
Ainda bem que o Grilo tem uma biblioteca e ainda bem que o Grilo tem pessoas assim.


Ana Bela

sábado, 14 de abril de 2012

Truques provados e comprovados

Se colocou vinagre a mais na sua salada, pode eliminá-lo se deitar uma colher de sopa de leite e uma pitada de açucar na mesma.


Ana Bela

sexta-feira, 13 de abril de 2012

Construir o nosso próprio caminho.


Ana Bela

quinta-feira, 12 de abril de 2012

Como tenho estado afastada das minhas leituras por cansaço e falta de tempo, não me lembrei da recomendação mensal dos meus livros favoritos.
Este, é uma compilação de poemas de amor, feita por Vasco Graça Moura e como estamos necessitados de amar, abraçar e trocar mimos...


Ana Bela

quarta-feira, 11 de abril de 2012

E sempre a poesia
Nem mesmo saberia o que fazer, se estes esboços de poemas, não fizessem parte do meu quotidiano.
Que me desculpem os POETAS


Ecos

Guardei o silêncio nas mãos
os escos há muito
arrepiavam a minha pele
as recordações,
essas...
deixei-as abandonadas
em jardins escondidos
as saudades,
fechei-as na memória dos olhos

abro as mãos
liberto o silêncio
grito.


Ana Bela