terça-feira, 1 de maio de 2012

O livro que redescobri este mês, foi o primeiro livro de Alçada Baptista que li, lembro-me de pensar à partida que não me iria entusiasmar, como o autor nunca me entusiasmou, mas li e gostei. Estávamos em 1994 quando o livro saiu, hoje, penso e sinto as coisas de outra maneira, no entanto é bom saber que que há um Deus que ri, que joga, um Deus apaixonado.


Ana Bela

segunda-feira, 30 de abril de 2012

Se até as estradas têm altos e baixos assustadores, porque não eu?
Às vezes custa percorrer os caminhos. Às vezes custa sorrir. Às vezes...

Ana Bela













domingo, 29 de abril de 2012

Momentos...

Hoje um casal chegou ao pé do Pedro e disse-lhe: "Nós queremos ir às Palmeiras e o nosso filho nâo quer ir, quer ficar no Grilo a brincar com o Pedro, nós não demoramos nada"


Ana Bela

sábado, 28 de abril de 2012

Eu sei que tenho uma paixão pela côr amarela. Eu sei que qualquer coisa que seja amarela me atrai irremediavelmente, acho logo que é bonito por isso nunca consegui perceber a frase: "se todas as pessoas gostassem do amarelo..."
Bem, como os meus tons do dia de hoje, passaram a pastel, já não foram tão cinzentos, hoje queria duas rosas amarelas.


Ana Bela

sexta-feira, 27 de abril de 2012

Hoje foi um dia mesmo daqueles... daqueles em que parece chover cá dentro. Agora que são 20h, deste dia a preto e branco, lembro-me que numa hora qualquer da manhã, fechada na cozinha do Grilo, pensei: "tudo o que eu precisava era que me dessem uma rosa amarela"
Estes humores passageiros e asépia, têm destas vontades.
Não, não houve rosa amarela.
Claro que sobrevivi e amanhã lá estarei na cozinha...

Ana Bela

quinta-feira, 26 de abril de 2012

Em resultado do post de ontem, do meu amigo António Barroso (Tiago)


As mãos

As mãos que ergues, em prece, suplicando,
A dádiva da paz ou da esperança,
Que afagam a cabeça da criança,
E que consolam quem está chorando;

As mãos que os namorados se vão dando
Com as promessas que o amor avança,
Também pegam na enxada, numa dança,
Que baila com a terra, pão criando.

Mãos finas, mãos esbeltas, delicadas,
Mãos duras ou mãos grossas, calejadas,
Que acenam nas saudaddes dum adeus,

Mãos que traçam a cruz, como sinal,
Mãos que cortam cordão umbilical,
São pedaços de céu dados por Deus.


O Grilo não tem só queques, também tem poetas...


Ana Bela

quarta-feira, 25 de abril de 2012

Volto às mãos, mas não há nada que me fascine tanto no ser humano, como as mãos. Tenho um amigo que diz " com elas avisto o mar" eu diria que com as mãos avisto, sinto, amo, enfim...
Há quem diga que os olhos é que são os fortes, transmitem e mostram tudo, discordo em absoluto. E aqueles que só parecem olhar?


Ana Bela