quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Ao ler um mail que me enviaram, senti aquelas saudades duras e doces ao mesmo tempo, do meu pai.
Era Militar, e pela posição que ocupava, levava-nos muitas vezes com ele ao Comando Naval de Angola.
Tenho hoje a certeza que naquela altura, sempre que fazia uma continência à Bandeira, devia ficar arrepiado.
Eu ficava só de ver. Hoje, não sei se todos os militares ficam com pele de galinha. Deviam? é que bandeira é bandeira, ou bandeira nem sempre é bandeira?
Se isto é má língua, que me desculpe o meu amigo Coronel (Tiago)


Ana Bela

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Em dias de chuva, fico não sei se triste, revoltada ou nostálgica. surge aquela saudade dos amigos que nunca   mais veremos e foram um marco da nossa vida. Quem me dera cá o Verão, para sacudir este pó de recordações.


Ana Bela

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Dei à minha amiga Clarinha no Natal, um porta moedas de brincar, mas lembrei-me de o encher com moedas de chocolate. Todos os dias no Grilo há birra pois ela nem come, nem deixa mexer e quer pagar o pequeno almoço da mãe. Não há maneira de lhe explicar que aquelas moedas só servem para comer...


Ana Bela

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

A esta atitude eu chamo amizade. A falta que nos faz a amizade, afinal nem sempre a vemos, está escondida na casa de banho.


Ana Bela

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

Há por ai muitos seres humanos que encontram o seu eco no silêncio.
A pedido de algumas pessoas que leram o poema de Cecília Vilas Boas no blog, vou transcrever outro.

Leveza

Quero voar até ao infinito de mim!
Em plenitude, marcar encontro com a intensa luz
Que cintila das palavras soltas no universo
Deixar-me ir, sem pressa
Leve, como leves são as penas
Que flutuam
no sentir!

Cego e ensurdeço!
Fico absorta no silêncio
Neste desejo constante de partir
Nas palavras alienadas, que escrevo.


Ana Bela

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Como ainda está muito recente a última sessão de poesia e como os livros recebidos de presente, ainda não se leram todos, até porque poesia é para ir mastigando e apreciando-lhe o sabor, um pequeno poema de Cecília Vilas Boas.

A todos aqueles que, como eu,
encontram o seu eco no silêncio...

Gosto do silêncio, assim... escuro, esconso
Aquele que na noite, abriga dias e emudece almas
Aquele que beija sofregamente como um amante
Gosto do silêncio que pulsa nas veias
Aquele sem tempo, nem espaço
Aquele que vive em mim, e me faz deambular...


Ana Bela

terça-feira, 8 de janeiro de 2013



O meu amigo António José Barradas Barroso (Tiago), recebeu mais um prémio literário, sobre "A Bocage (Sonetos). tenho assim mais um livro dos lindos sonetos com que o Tiago nos presenteia. Parabéns. Força e imaginação para juntar aos 200 prémios já recebidos, mais 200.


Ana Bela