Ao ler um mail que me enviaram, senti aquelas saudades duras e doces ao mesmo tempo, do meu pai.
Era Militar, e pela posição que ocupava, levava-nos muitas vezes com ele ao Comando Naval de Angola.
Tenho hoje a certeza que naquela altura, sempre que fazia uma continência à Bandeira, devia ficar arrepiado.
Eu ficava só de ver. Hoje, não sei se todos os militares ficam com pele de galinha. Deviam? é que bandeira é bandeira, ou bandeira nem sempre é bandeira?
Se isto é má língua, que me desculpe o meu amigo Coronel (Tiago)
Ana Bela
quinta-feira, 17 de janeiro de 2013
quarta-feira, 16 de janeiro de 2013
terça-feira, 15 de janeiro de 2013
Dei à minha amiga Clarinha no Natal, um porta moedas de brincar, mas lembrei-me de o encher com moedas de chocolate. Todos os dias no Grilo há birra pois ela nem come, nem deixa mexer e quer pagar o pequeno almoço da mãe. Não há maneira de lhe explicar que aquelas moedas só servem para comer...
Ana Bela
Ana Bela
sexta-feira, 11 de janeiro de 2013
quinta-feira, 10 de janeiro de 2013
Há por ai muitos seres humanos que encontram o seu eco no silêncio.
A pedido de algumas pessoas que leram o poema de Cecília Vilas Boas no blog, vou transcrever outro.
Leveza
Quero voar até ao infinito de mim!
Em plenitude, marcar encontro com a intensa luz
Que cintila das palavras soltas no universo
Deixar-me ir, sem pressa
Leve, como leves são as penas
Que flutuam
no sentir!
Cego e ensurdeço!
Fico absorta no silêncio
Neste desejo constante de partir
Nas palavras alienadas, que escrevo.
Ana Bela
A pedido de algumas pessoas que leram o poema de Cecília Vilas Boas no blog, vou transcrever outro.
Leveza
Quero voar até ao infinito de mim!
Em plenitude, marcar encontro com a intensa luz
Que cintila das palavras soltas no universo
Deixar-me ir, sem pressa
Leve, como leves são as penas
Que flutuam
no sentir!
Cego e ensurdeço!
Fico absorta no silêncio
Neste desejo constante de partir
Nas palavras alienadas, que escrevo.
Ana Bela
quarta-feira, 9 de janeiro de 2013
Como ainda está muito recente a última sessão de poesia e como os livros recebidos de presente, ainda não se leram todos, até porque poesia é para ir mastigando e apreciando-lhe o sabor, um pequeno poema de Cecília Vilas Boas.
A todos aqueles que, como eu,
encontram o seu eco no silêncio...
Gosto do silêncio, assim... escuro, esconso
Aquele que na noite, abriga dias e emudece almas
Aquele que beija sofregamente como um amante
Gosto do silêncio que pulsa nas veias
Aquele sem tempo, nem espaço
Aquele que vive em mim, e me faz deambular...
Ana Bela
A todos aqueles que, como eu,
encontram o seu eco no silêncio...
Gosto do silêncio, assim... escuro, esconso
Aquele que na noite, abriga dias e emudece almas
Aquele que beija sofregamente como um amante
Gosto do silêncio que pulsa nas veias
Aquele sem tempo, nem espaço
Aquele que vive em mim, e me faz deambular...
Ana Bela
terça-feira, 8 de janeiro de 2013
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