sábado, 19 de janeiro de 2013

Quem sabe que eu morro por uma rosa amarela, sabe que hoje desesperei com tanta chuva, tanto vento e tanta vontade de ter uma por perto.


Ana Bela

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Truques provados e comprovadas

Há muito tempo que não desfolhava o caderninho de Economia Doméstica.

Enchidos com menos gordura
Para que o chouriço e a morcela, utilizados em guisados e estufados, percam parte da gordura, coza-os à parte e em seguida, adicione-os à receita inicial.

Ana Bela

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Ao ler um mail que me enviaram, senti aquelas saudades duras e doces ao mesmo tempo, do meu pai.
Era Militar, e pela posição que ocupava, levava-nos muitas vezes com ele ao Comando Naval de Angola.
Tenho hoje a certeza que naquela altura, sempre que fazia uma continência à Bandeira, devia ficar arrepiado.
Eu ficava só de ver. Hoje, não sei se todos os militares ficam com pele de galinha. Deviam? é que bandeira é bandeira, ou bandeira nem sempre é bandeira?
Se isto é má língua, que me desculpe o meu amigo Coronel (Tiago)


Ana Bela

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Em dias de chuva, fico não sei se triste, revoltada ou nostálgica. surge aquela saudade dos amigos que nunca   mais veremos e foram um marco da nossa vida. Quem me dera cá o Verão, para sacudir este pó de recordações.


Ana Bela

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Dei à minha amiga Clarinha no Natal, um porta moedas de brincar, mas lembrei-me de o encher com moedas de chocolate. Todos os dias no Grilo há birra pois ela nem come, nem deixa mexer e quer pagar o pequeno almoço da mãe. Não há maneira de lhe explicar que aquelas moedas só servem para comer...


Ana Bela

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

A esta atitude eu chamo amizade. A falta que nos faz a amizade, afinal nem sempre a vemos, está escondida na casa de banho.


Ana Bela

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

Há por ai muitos seres humanos que encontram o seu eco no silêncio.
A pedido de algumas pessoas que leram o poema de Cecília Vilas Boas no blog, vou transcrever outro.

Leveza

Quero voar até ao infinito de mim!
Em plenitude, marcar encontro com a intensa luz
Que cintila das palavras soltas no universo
Deixar-me ir, sem pressa
Leve, como leves são as penas
Que flutuam
no sentir!

Cego e ensurdeço!
Fico absorta no silêncio
Neste desejo constante de partir
Nas palavras alienadas, que escrevo.


Ana Bela