sexta-feira, 15 de novembro de 2013

As tais da minha paixão

Hoje eu precisava de rosas amarelas e ela adivinhou... Obrigada

Ana Bela

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Poesia

Mais um poema anterior ao corte penso que radical com a tal magia que vivia e dormia comigo.
Penso que não aconteceu só a mim. Mas como gostas dos meus escritos... e como foi inspirado numa grande cumplicidade...

ESPERA-ME

Espera-me amor
espera, chegarei
quando o meu desejo for só um lamento
quando o mar se deitar na areia.

Espera-me
virei beber ternura
na palma da tua mão
virei sem que me sintas,
serei nuvem
serei um gesto frágil,
uma transparência, um vento suave que sopra,
mas virei.

Espera-me

Ana Duarte/2009


Ana Bela

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Depois daquela paleta de cores, de risos, brincadeiras e muitos queques, no dia a seguir surgem os comentários e coisas verdadeiramente engraçadas.

- Um dos meninos que tem a avó a trabalhar num infantário, quando ela o foi buscar à escola  perguntou-lhe se conhecia um café chamado Gafanhoto que fazia queques.(tinha esquecido a palavra Grilo).

- A professora mandou na terça feira fazer um desenho que retratasse o que se tinha passado na escola.
Uma das crianças, na tentativa de dar nomes às figuras que tinha desenhado, pergunta à professora: como se chama a filha do Pedro? (eu seria a dita filha).

Ana Bela

terça-feira, 12 de novembro de 2013

Os queques foram à escola

Quisemo- nos fazer um desafio. O Café Grilo tem destes momentos, pensa e faz. Assim lá fomos até à Escola munidos dos nossos queques, dos nossos cremes, e de todas as coisas para os enfeitar. As crianças ficaram satisfeitas e no meio de tanto colorido, lá foram alegremente construindo o seu queque. No fim, tinham feito umas caixinhas com a ajuda dos professores onde o guardaram para mostrar aos pais em casa.







Ana Bela


sábado, 9 de novembro de 2013

Poema

Acabou -se-me mesmo a magia para escrever poesia. Estarei talvez mais virada para a prosa. No entanto, do tempo da magia e no fundo da gaveta, existem ainda os meus poemas.

Memória

Às vezes choro.
As lágrimas
nascem da saudade inútil
do que não lembro
do que fica do outro lado de mim.
Reduzo a memória a nada
o tempo acabou
choca-me o esquecimento.
A minha casa não tem porta
simplesmente uma janela
me deixa debruçar
procurando cansada
a memória de ti.
Ana Duarte/2008


Ana Bela

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

Amiga

A Cris mandou-me rosas amarelas porque eu estou constipada e eu agradeci ontem no Blog. Acontece que a minha nulidade em computadores, deve ter feito alguma asneira ao publicar, que, quando vinha escrever o post de hoje, reparei que não está o de ontem. Desculpa-me mas aqui estou a mandar-te um beijão hoje, esperando não repetir aquilo que nem eu sei o que foi.

Ana Bela

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Uma constipação inesperada

Assim sem perceber fiquei constipada. Durante a manhã, com algum custo faço o que tenho que fazer, mas quando o dia começa a esticar-se, fico sem vontade de me mexer, este o motivo de ontem não ter escrito. hoje com tanto medicamento, arranjei coragem para me desculpar. Espero que passe depressa, não estou habituada a estar doente.


Ana Bela