E ai vêm aqueles dias que eu não gosto, aqueles frios que não se afastam de mim nem com o mais grosso cobertor. Costumava aquecer-me com uma manta feita de retalhos de saudade mas nestes últimos tempos descobri que saudades significa passados, presente significa nem ver o sol, olhar à minha volta e estar tudo escuro, só resta o futuro e esse é já muito fim. Parece-me então que tenho que aprender minimamente a viver com todos os frios em que vou tropeçando.
Ana Bela
sábado, 16 de novembro de 2013
sexta-feira, 15 de novembro de 2013
quinta-feira, 14 de novembro de 2013
Poesia
Mais um poema anterior ao corte penso que radical com a tal magia que vivia e dormia comigo.
Penso que não aconteceu só a mim. Mas como gostas dos meus escritos... e como foi inspirado numa grande cumplicidade...
ESPERA-ME
Espera-me amor
espera, chegarei
quando o meu desejo for só um lamento
quando o mar se deitar na areia.
Espera-me
virei beber ternura
na palma da tua mão
virei sem que me sintas,
serei nuvem
serei um gesto frágil,
uma transparência, um vento suave que sopra,
mas virei.
Espera-me
Ana Duarte/2009
Ana Bela
Penso que não aconteceu só a mim. Mas como gostas dos meus escritos... e como foi inspirado numa grande cumplicidade...
ESPERA-ME
Espera-me amor
espera, chegarei
quando o meu desejo for só um lamento
quando o mar se deitar na areia.
Espera-me
virei beber ternura
na palma da tua mão
virei sem que me sintas,
serei nuvem
serei um gesto frágil,
uma transparência, um vento suave que sopra,
mas virei.
Espera-me
Ana Duarte/2009
Ana Bela
quarta-feira, 13 de novembro de 2013
Depois daquela paleta de cores, de risos, brincadeiras e muitos queques, no dia a seguir surgem os comentários e coisas verdadeiramente engraçadas.
- Um dos meninos que tem a avó a trabalhar num infantário, quando ela o foi buscar à escola perguntou-lhe se conhecia um café chamado Gafanhoto que fazia queques.(tinha esquecido a palavra Grilo).
- A professora mandou na terça feira fazer um desenho que retratasse o que se tinha passado na escola.
Uma das crianças, na tentativa de dar nomes às figuras que tinha desenhado, pergunta à professora: como se chama a filha do Pedro? (eu seria a dita filha).
Ana Bela
- Um dos meninos que tem a avó a trabalhar num infantário, quando ela o foi buscar à escola perguntou-lhe se conhecia um café chamado Gafanhoto que fazia queques.(tinha esquecido a palavra Grilo).
- A professora mandou na terça feira fazer um desenho que retratasse o que se tinha passado na escola.
Uma das crianças, na tentativa de dar nomes às figuras que tinha desenhado, pergunta à professora: como se chama a filha do Pedro? (eu seria a dita filha).
Ana Bela
terça-feira, 12 de novembro de 2013
Os queques foram à escola
Quisemo- nos fazer um desafio. O Café Grilo tem destes momentos, pensa e faz. Assim lá fomos até à Escola munidos dos nossos queques, dos nossos cremes, e de todas as coisas para os enfeitar. As crianças ficaram satisfeitas e no meio de tanto colorido, lá foram alegremente construindo o seu queque. No fim, tinham feito umas caixinhas com a ajuda dos professores onde o guardaram para mostrar aos pais em casa.
Ana Bela
sábado, 9 de novembro de 2013
Poema
Acabou -se-me mesmo a magia para escrever poesia. Estarei talvez mais virada para a prosa. No entanto, do tempo da magia e no fundo da gaveta, existem ainda os meus poemas.
Memória
Às vezes choro.
As lágrimas
nascem da saudade inútil
do que não lembro
do que fica do outro lado de mim.
Reduzo a memória a nada
o tempo acabou
choca-me o esquecimento.
A minha casa não tem porta
simplesmente uma janela
me deixa debruçar
procurando cansada
a memória de ti.
Ana Duarte/2008
Ana Bela
Memória
Às vezes choro.
As lágrimas
nascem da saudade inútil
do que não lembro
do que fica do outro lado de mim.
Reduzo a memória a nada
o tempo acabou
choca-me o esquecimento.
A minha casa não tem porta
simplesmente uma janela
me deixa debruçar
procurando cansada
a memória de ti.
Ana Duarte/2008
Ana Bela
sexta-feira, 8 de novembro de 2013
Amiga
A Cris mandou-me rosas amarelas porque eu estou constipada e eu agradeci ontem no Blog. Acontece que a minha nulidade em computadores, deve ter feito alguma asneira ao publicar, que, quando vinha escrever o post de hoje, reparei que não está o de ontem. Desculpa-me mas aqui estou a mandar-te um beijão hoje, esperando não repetir aquilo que nem eu sei o que foi.
Ana Bela
Ana Bela
Subscrever:
Mensagens (Atom)



