"Muitas vezes esquecemo-nos que as pessoas com as quais somos obrigados a viver... são também obrigadas a viver connosco"
Ana Bela
sábado, 22 de março de 2014
sexta-feira, 21 de março de 2014
Dia Mundial da Poesia / Meninos do Huambo
Hoje , Dia Mundial da Poesia.
Que bom a Poesia ter um dia.
Esta imagem reflete um pouco o que se pode sentir, quando escrevemos um poema.
Tenho pena que haja tanto poeta a escrever para a gaveta.
Vi a reportagem dos meninos ( agora rapazes do Huambo) e pensei como aquelas crianças que tanto sofreram, que ficaram sem família, que nem sabem quando nasceram, simplesmente escolhem uma data para continuarem a ser a pertencer-se, conseguem ter aqueles enormes sorrisos, escrever poesia, fazer banda desenhada e ser bailarinos e coreógrafos da sua própria arte.
Só pedem que alguém os apadrinhe, para seguir em frente com os dons que têm e que a guerra ainda lhes deixou, no meio de tanto que lhes tirou.
Se já todos os animais do Zoo têm padrinhos, então e no Huambo? nem precisamos de lhes dar um nome, eles já nos pouparam e cada um escolheu o seu. Por isso são seres humanos.
Este Mundo onde vivo é muito cruel.
Ana Bela
Que bom a Poesia ter um dia.
Esta imagem reflete um pouco o que se pode sentir, quando escrevemos um poema.
Tenho pena que haja tanto poeta a escrever para a gaveta.
Vi a reportagem dos meninos ( agora rapazes do Huambo) e pensei como aquelas crianças que tanto sofreram, que ficaram sem família, que nem sabem quando nasceram, simplesmente escolhem uma data para continuarem a ser a pertencer-se, conseguem ter aqueles enormes sorrisos, escrever poesia, fazer banda desenhada e ser bailarinos e coreógrafos da sua própria arte.
Só pedem que alguém os apadrinhe, para seguir em frente com os dons que têm e que a guerra ainda lhes deixou, no meio de tanto que lhes tirou.
Se já todos os animais do Zoo têm padrinhos, então e no Huambo? nem precisamos de lhes dar um nome, eles já nos pouparam e cada um escolheu o seu. Por isso são seres humanos.
Este Mundo onde vivo é muito cruel.
Ana Bela
quinta-feira, 20 de março de 2014
Coisas do Grilo
Hoje uma mãe, que tem uma criança com cinco anos, veio ter comigo como se o Mundo fosse acabar.
Pediu-me que fizesse algumas quadras sobre poesia para o filho a quem deram esse trabalho de casa.
Logo a mim que não gosto de fazer quadras. Para fazer uma quadra, tem que se deixar a magia de lado e escolher palavras que rimem e eu não gosto de escolher palavras para transmitir, gosto que saiam e por vezes até desconhecia que as tinha cá dentro. Eu fiz. Puxei pela cabeça e lá fui rimando ar com ar ou ir com ir.
São 22 anos de Grilo e eu ainda me surpreendo...
Ana Bela
Pediu-me que fizesse algumas quadras sobre poesia para o filho a quem deram esse trabalho de casa.
Logo a mim que não gosto de fazer quadras. Para fazer uma quadra, tem que se deixar a magia de lado e escolher palavras que rimem e eu não gosto de escolher palavras para transmitir, gosto que saiam e por vezes até desconhecia que as tinha cá dentro. Eu fiz. Puxei pela cabeça e lá fui rimando ar com ar ou ir com ir.
São 22 anos de Grilo e eu ainda me surpreendo...
Ana Bela
quarta-feira, 19 de março de 2014
As crianças...
O Manuel foi ter comigo à cozinha para me dar a novidade que nunca mais fazia maldades. Quando perguntei como ia fazer isso disse-me : Eu tenho lá em casa uma caixa azul com brinquedos muito estragados e sujos, meti lá as maldades e nunca mais vou abrir a caixa. Estas crianças são sem duvida a surpresa do Futuro.
Ana Bela
Ana Bela
terça-feira, 18 de março de 2014
As infindáveis Terças
Tenho uma amiga que à terça feira me envia rosas amarelas. Amizade é isto mesmo, não precisar de dizer nada, para um amigo se lembrar que às terças feiras, eu e o Pedro trabalhamos sozinhos, 14 horas seguidas.
Custa um bocadinho, um bocadinho tão grande que nem nos lembramos de comer.
Elas aqui estavam no meu mail à espera que eu as olhasse. Obrigada.
Ana Bela
Custa um bocadinho, um bocadinho tão grande que nem nos lembramos de comer.
Elas aqui estavam no meu mail à espera que eu as olhasse. Obrigada.
Ana Bela
sexta-feira, 14 de março de 2014
Leitura
Este mês, não falei das leituras. Fiquei um bocado farta de dizer para relerem isto e aquilo. Peço desculpa mas as minhas leituras por fazer e certamente para partilhar, dormem com imensa pena minha nas prateleiras dos livros que eu ainda não respirei. Curioso é que dormem muito perto de mim. Sempre tive que estar rodeada de livros e no meu quarto mesmo atrás da minha cabeça é o sítio dos que ainda não li. Todas as noites, antes de me deitar leio todas as lombadas e imagino o prazer de ter tempo para os ler, de ter tempo de os partilhar.
Ana Bela
Ana Bela
quinta-feira, 13 de março de 2014
O comentário da Rita
Há bastante tempo que não escrevia nenhum poema. Perdida a magia, nada conseguia transmitir ao papel.
Há algumas maneiras de a escrever, gostar de uma frase e a partir dai trabalhar o poema, carregar com o dicionário, ler algo que te dê um pouco de inspiração, dirigir o poema a alguém ou aos nossos sentimentos.
Eu não escrevo assim, escrevo na cabeça sobretudo à noite, e depois tento não esquecer nada do que me fez por vezes até adormecer a chorar.
Ontem apareceu aquele poema pequenino e a "Miúda dos abraços" comenta que há muito tempo não lia nada meu tão bom. Será que voltou a magia?
Ana Bela
Há algumas maneiras de a escrever, gostar de uma frase e a partir dai trabalhar o poema, carregar com o dicionário, ler algo que te dê um pouco de inspiração, dirigir o poema a alguém ou aos nossos sentimentos.
Eu não escrevo assim, escrevo na cabeça sobretudo à noite, e depois tento não esquecer nada do que me fez por vezes até adormecer a chorar.
Ontem apareceu aquele poema pequenino e a "Miúda dos abraços" comenta que há muito tempo não lia nada meu tão bom. Será que voltou a magia?
Ana Bela
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