sábado, 7 de fevereiro de 2015

Choros

Se não fosse o Google, não me teria recordado da série de televisão que mais me fez chorar. Não perdia episódio nenhum de "Uma casa na pradaria" .
Sempre fui muito chorona a ver dramas, mesmo aqueles que acabam bem. Lembro-me que no Instituto de Odivelas via-mos cinema todas as sextas feiras no ginásio do Colégio. Claro que os filmes não tinham beijos na boca nem romances, eram sempre das missões, dos oprimidos, dos sem abrigo etc...
O filme, chamava-se (e não esqueço passados 45 anos) " Maria na aldeia das formigas" chorei tanto mas tanto que quando acabou e se acenderam as luzes, todas as minhas colegas riam de mim. Os meus olhos não se viam de tão inchados.

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

Ao fim da tarde

O Vasco lancha enquanto os lápis e canetas jazem em cima da arca dos gelados.






A Matilde brinca noutro canto com a avó

Noutra mesa, joga-se ao quatro em linha enquanto as mães conversam.

É assim no Grilo ao final da tarde. Eles brincam e fazem a sua bagunça. Interessa é que gostem de estar ali.

terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

O ditado

A semana passada, estava eu na esplanada, quando uma senhora me diz: Sabe que eu não sou capaz de comer as suas empadas até ao fim? têm muito frango, não podia por menos?.

Não sei se estou errada ou se o povo tem razão  " Somos presos por ter cão e por não ter"



sábado, 31 de janeiro de 2015

Será poema... será qualquer coisa que eu escrevi...

Queria guardar a saudade
num sitio fundo e escuro
onde a memória não a encontrasse.
Mas como fazer depois
para ver as estrelas que tiravas do céu
e penduravas nos meus cabelos.

quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

Descobri um livrinho bem fininho e simples que me relembrou quando o li "O Principezinho" de A. Saint-Exupéry. O autor chama-se Mamoru Itoh é japonês e o título "Quero falar-te dos meus sentimentos". Um livro tão curto tão acertado e sábio.


Ana Bela

terça-feira, 27 de janeiro de 2015

Não posso, não quero e não devo esquecer o Holocausto. Hoje, dia Internacional em memórias das vítimas de um louco, de muitos loucos, não consigo tirar de mim a angustia, o aperto na garganta.



segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

Eu e outros

Afinal há gostos para tudo e mais a gostar do que eu gosto.





Também gosto