terça-feira, 17 de fevereiro de 2015
Carnaval no Grilo
Adultos e crianças mostraram as suas máscaras no Grilo. Muitos mais vieram, mas seria complicado por todos aqui.
sábado, 14 de fevereiro de 2015
Não
Deviam abolir o dia dos namorados, não aos corações de chocolate, não aos postais com frases românticas, não às rosas vermelhas que falam de paixão. Ou então dito de outra maneira não à violência doméstica , escolar e seja lá onde for, contra esposas e namoradas.
Será que vale a pena haver dia dos namorados? Doces hoje amanha azedas?
Será que vale a pena haver dia dos namorados? Doces hoje amanha azedas?
sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015
Dos poemas da gaveta
Não sei se os poetas achariam que isto é poesia mas... os entendidos nunca encontrarão, são poemas de gaveta.
Regresso
Habito um sonho
demasiado grande
para a recordação
das pessoas das coisas e dos sítios
que deixei para trás.
Atravessam-me
meteoricamente a memória.
Regresso ao ponto de partida
e vejo
por entre a neblina
materializar-se a saudade.
Demorei muito tempo
a voltar
somente a porta está aberta
entro,
oiço os sons,
misturam-se os cheiros
no silêncio do passado.
Cresci...
não encontro as bonecas,
os brinquedos,
só a porta está aberta
para poder regressar.
Regresso
Habito um sonho
demasiado grande
para a recordação
das pessoas das coisas e dos sítios
que deixei para trás.
Atravessam-me
meteoricamente a memória.
Regresso ao ponto de partida
e vejo
por entre a neblina
materializar-se a saudade.
Demorei muito tempo
a voltar
somente a porta está aberta
entro,
oiço os sons,
misturam-se os cheiros
no silêncio do passado.
Cresci...
não encontro as bonecas,
os brinquedos,
só a porta está aberta
para poder regressar.
quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015
As crianças
Num infantário perto do Grilo, as crianças fizeram trabalhos para o dia dos namorados. A educadora perguntou o que era o dia dos namorados, de muitas respostas curiosas, esta foi aquela a que achei mais piada.
sábado, 7 de fevereiro de 2015
Choros
Se não fosse o Google, não me teria recordado da série de televisão que mais me fez chorar. Não perdia episódio nenhum de "Uma casa na pradaria" .
Sempre fui muito chorona a ver dramas, mesmo aqueles que acabam bem. Lembro-me que no Instituto de Odivelas via-mos cinema todas as sextas feiras no ginásio do Colégio. Claro que os filmes não tinham beijos na boca nem romances, eram sempre das missões, dos oprimidos, dos sem abrigo etc...
O filme, chamava-se (e não esqueço passados 45 anos) " Maria na aldeia das formigas" chorei tanto mas tanto que quando acabou e se acenderam as luzes, todas as minhas colegas riam de mim. Os meus olhos não se viam de tão inchados.
Sempre fui muito chorona a ver dramas, mesmo aqueles que acabam bem. Lembro-me que no Instituto de Odivelas via-mos cinema todas as sextas feiras no ginásio do Colégio. Claro que os filmes não tinham beijos na boca nem romances, eram sempre das missões, dos oprimidos, dos sem abrigo etc...
O filme, chamava-se (e não esqueço passados 45 anos) " Maria na aldeia das formigas" chorei tanto mas tanto que quando acabou e se acenderam as luzes, todas as minhas colegas riam de mim. Os meus olhos não se viam de tão inchados.
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015
Ao fim da tarde
O Vasco lancha enquanto os lápis e canetas jazem em cima da arca dos gelados.
A Matilde brinca noutro canto com a avó
Noutra mesa, joga-se ao quatro em linha enquanto as mães conversam.
É assim no Grilo ao final da tarde. Eles brincam e fazem a sua bagunça. Interessa é que gostem de estar ali.
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