quarta-feira, 2 de setembro de 2015

Poesia

A casa

A minha casa tem quatro paredes pintadas de amor.
                       Tem janelas da côr do mar
                por onde olho pássaros a voar
minha casa, meu cobertor, minha manta de retalhos
                onde coso todas as recordações de vida
                        que fazem da minha casa
                               a casa sem portas
               por onde todos podem entrar.
                                       Ana Duarte

terça-feira, 1 de setembro de 2015

Queria sentir o cheiro de um Mundo de flores

Como este trabalho todo feito em papel, a artista tem muitos. Quem me dera poder ver com os olhos dela um Mundo de flores, um Mundo transformado em jardim. Quem me dera, quem me dera que sendo ele um jardim, cheirasse a flores.

sábado, 29 de agosto de 2015

Mais um " Grilinho" com três dias.

sexta-feira, 28 de agosto de 2015

Mais um

Ontem nasceu mais um bebé da "maternidade do Grilo" o curioso é que a mamã foi à cozinha ter comigo e se tivéssemos falado mais um pouco o Gonçalo teria nascido ali mesmo. Foi o tempo de chegar a casa que é bem perto, e rebentarem as águas. não, acontecem muitas coisas no Grilo mas um parto seria a primeira vez. Bem vindo bebé

quarta-feira, 26 de agosto de 2015

O verde da decisão

Afinal ainda sei rir. Neste momento eu que sou Sportinguista, que não gosto de futebol até estou sorridente por estar a ganhar.

Parece mais uma anedota mas eu conto porque simpatizo com eles. Dos cinco aos dez anos o Pedro andou lá na ginástica três vezes por semana, para qualquer lado que olhasse tudo era verde. Um dia fui à casa de banho e as portas eram verdes a sanita era verde o piaçaba verde era só faltava o papel higiénico mas nesse tempo não havia às cores. Resolvi-me nesse dia, seria verde também.

terça-feira, 25 de agosto de 2015

A vida

A mim a vida ensinou-me a sorrir, a dar a volta por cima, a ponderar e sobretudo a fazer algo que sempre ensinei ao meu filho, dormir numa almofada mágica e ao outro dia acordar a sorrir.
Hoje, sou um mau exemplo. Choro mais do que sorrio.

sábado, 22 de agosto de 2015

Quarta leitura (férias)

Deixei para o fim o quarto livro que li nas férias, porque é um livro muito especial e angustiante, é algo que me faz um nó na garganta é algo que me revolta, é algo verdadeiro e que nunca devia ter sido. Então porque leio? porque tenho medo que com o correr dos anos se apague da minha memória.

Auschwitz Um Dia De Cada Vez
      Esther Mucznik


É um livro que não é romance é mais como um enunciado de datas, lugares e alguns, poucos, depoimentos de sobreviventes.