quinta-feira, 15 de outubro de 2015
As espertinhas crianças
Há algo que se escreva com tamanha profundidade mesmo que elas ( as crianças ) não tenham ou eu ache que não têm a verdadeira noção de amor e paixão?
quarta-feira, 14 de outubro de 2015
Música sem imposto...
Todos os dias, mesmo sem ter música na cozinha (ter um rádio mesmo que ínfimo, equivale a mais um imposto) tenho a cacofonia das chávenas, copos, pratos e mais o que se invente para partir. Sei que só não parte quem não mexe. Sou feliz, alem de ter pessoas que mexem (trabalham) ainda tenho música que ecoa por entre tachos, panelas, cenouras e batatas, sem pagar imposto...
terça-feira, 13 de outubro de 2015
E... sempre a poesia
Morrer de amor
ao pé da tua boca
Desfalecer
à pele
do sorriso
Sufocar
de prazer
com o teu corpo
Trocar tudo por ti
se for preciso
Maria Teresa Horta, in Destino
ao pé da tua boca
Desfalecer
à pele
do sorriso
Sufocar
de prazer
com o teu corpo
Trocar tudo por ti
se for preciso
Maria Teresa Horta, in Destino
sábado, 10 de outubro de 2015
sexta-feira, 9 de outubro de 2015
Afonso
Afonso, a minha resposta não foi inteiramente verdadeira, basta ver este blog, para perceber que não perdi de mim nem escondi as palavras. Só que aquelas com que sentia poesia, fugiram-me ou foram-se porque eu me perdi nesta tristeza de me sentir presa do tempo que não tenho e não tendo tempo, não posso prender nas mãos nem o Sol, nem o amor, tão pouco consigo ver o mar que mora aqui mesmo ao lado.
... e com todas estas coisas se faz um poema... acredita que se os teus dedos não forem o prolongamento do amor, não há poesia.
... e com todas estas coisas se faz um poema... acredita que se os teus dedos não forem o prolongamento do amor, não há poesia.
quinta-feira, 8 de outubro de 2015
Já não escreves?
No Verão quando chegamos ao Grilo há sol e agora, é o contrário a noite tarda em ser dia, mesmo assim há amigos que vêm com o escuro, batem à porta para o primeiro café de um dia que teima em não se mostrar.
Um desses amigos disparou-me uma pergunta por volta das sete da manhã. Já não escreves Bela? ao que respondi com sono na voz : Não, perdi as palavras ou escondi-as porque já não fazem sentido ou choro se fazem. Desisti simplesmente. Deixei, sem fazer nada, sem me revoltar, sem lutar, sem tentar.
Um desses amigos disparou-me uma pergunta por volta das sete da manhã. Já não escreves Bela? ao que respondi com sono na voz : Não, perdi as palavras ou escondi-as porque já não fazem sentido ou choro se fazem. Desisti simplesmente. Deixei, sem fazer nada, sem me revoltar, sem lutar, sem tentar.
quarta-feira, 7 de outubro de 2015
Ausência de palavras
Ontem o cansaço das 13 horas directas de trabalho, como é normal à terça feira, deixaram-me sem discernimento para poder escrever, pensar, comer ou falar. Eram 21 horas estava na cama e nem me lembro de ter desligado os pensamentos.
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