terça-feira, 4 de agosto de 2009

O nosso blog como conversas do café grilo, limita até certo ponto a escrita. Tenho tentado que tudo ande à volta do que se passa e faz durante o dia, ou nos 18 anos passados.
A ausência do café, vai-me fazer sair da conversa do Grilo, vão-me fazer falta os pequenos grandes toques que me dão ideias para escrever.
Até os truques de economia doméstica têm a ver com alguma coisa que me perguntam no dia a dia.
Não vou deixar de escrever mas será um pouco diferente a conversa.

Ana Bela

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Ela tinha um sonho, eu também, estar de férias aqui.




mas estou aqui bem pertinho num sitio bem pequenino e nadando aqui.
Ana Bela

domingo, 2 de agosto de 2009

Chegou o dia porque esperamos tantos meses, férias, mas as "conversasdocafegrilo" vão continuar, essas, não têm férias podem continuar a visitar-nos .
Boas férias a todos os que estão de partida e bom regresso aos que acabaram o merecido descanso.




Ana Bela

sábado, 1 de agosto de 2009

O Principezinho, mais um livro para acrescentar à lista dos meus favoritos, é um presente a considerar para crianças e adultos.
Aqui se aprende que a amizade, as flores, os sonhos, os sorrisos e as estrelas, são tão importantes, mas tão importantes, que este livro deve estar em todas as estantes.
Se todos os dias o abrir ao acaso, e ler um bocadinho, vai ficar mais feliz.

Ana Bela

sexta-feira, 31 de julho de 2009

Quem tiver muitas saudades nossas, transmita-nos a sua mensagem para: conversasdocafegrilo@gmail.com
Sei que não nos trazem de volta antes do dia 25 de Agosto, mas por momentos, ao escreverem e nós ao lermos, estaremos mais perto.
Porque nós também temos saudades.

Ana Bela

quinta-feira, 30 de julho de 2009

Por falar em Angola, mostro-vos para matar saudades, outros para conhecerem,um conjunto de fotos, que um amigo me enviou.








Ana Bela

quarta-feira, 29 de julho de 2009

Gostaria de esclarecer que não sou de Angola, mas gostava muito, pois quando se esteve naquela terra, os nossos olhares passaram a ser diferentes, os nossos corpos e almas passaram a pertencer-lhe. Que me desculpem os que por força das circunstâncias não sentem assim, mas eu, só lá passei alguns anos, pois como já referi o meu pai era militar da Marinha Portuguesa e ao ser destacado para uma comissão no Ultramar, levou a família. Vejo Angola com olhos de saudade.
O facto de saber fazer Moamba e bater funge, só se deve a que desde criança tenho uma enorme atracção por cozinhas e cozinhados e uma ainda maior atenção ao que a minha mãe fazia.
Agradeço todos os elogios à dita Moamba, mas o mérito é certamente de quem me ensinou a fazê-la. Minha mãe.
Que continuem a gostar.



Ana Bela