Para quem deu por a minha falta ao longo desta semana, saibam que não estou no Magoito e como diz o meu amigo Tiago à sombra da bananeira, a propósito achei imensa piada ao que escreveu. Estou isso sim, fechada na cozinha, pois a cozinheira está em casa com zumbidos no ouvido, portanto sou eu que estou de serviço.
Quem me dera estar mesmo a ler os poetas africanos.
Ana bela
sexta-feira, 16 de outubro de 2009
quinta-feira, 15 de outubro de 2009
Fui à Bela falar dela,
Todo ufano,todo afoito,
Não pude falar com ela
Que ela não sai do Magoito.
Qual será o seu papel
No meio destes desenganos,
Deixa os queques à Raquel,
Lê poetas africanos.
Isso também eu queria,
Inda hei-de arranjar maneira,
Fazer toda a poesia,
À sombra da bananeira.
Se isto volta a acontecer
Considero-o uma afronta,
Como e bebo o que quiser
E saio sem pagar a conta.
Tiago
quarta-feira, 14 de outubro de 2009
Ditos dos pequeninos
pois bem , com 5 anos esta criança diz simplesmente: "É belo e delicioso", não sei bem em que contexto o diz, mas até eu pendurada nos meus 57 anos, gostaria de ver com os olhos deste pequenito, tudo belo e mais, tudo delicioso.
No entanto, a vida mostra-nos todos os dias muita acidez e muitas coisas feias. Só mesmo as crianças e as suas deliciosas análises, me fazem continuar a ter por elas um imenso respeito e admiração.
Ana Bela
No entanto, a vida mostra-nos todos os dias muita acidez e muitas coisas feias. Só mesmo as crianças e as suas deliciosas análises, me fazem continuar a ter por elas um imenso respeito e admiração.
Ana Bela
terça-feira, 13 de outubro de 2009
Para que nos vamos todos recordando do tema "Poetas africanos", escrevo um poema de um poeta de quem gosto muito.
Meia dúzia de linhas
meia dúzia de linhas
para me dizeres que tudo mudou
agora desaguas noutros mares
são outras terras outras gentes
eu continuo por aqui
na perplexidade dos caminhos a percorrer
somos como pássaros
que o horizonte recusasse
perdemos o azul
e perdemo-nos.
Eduardo Pitta
Meia dúzia de linhas
meia dúzia de linhas
para me dizeres que tudo mudou
agora desaguas noutros mares
são outras terras outras gentes
eu continuo por aqui
na perplexidade dos caminhos a percorrer
somos como pássaros
que o horizonte recusasse
perdemos o azul
e perdemo-nos.
Eduardo Pitta
segunda-feira, 12 de outubro de 2009
Esta história, é uma das muitas que se passam no Grilo e teve o seu início à cerca de um mês.
Um amigo emprestou-me um jornal de Moçambique, em minha casa aconteceu um imprevisto e jornal fico estragado. Fiquei em pânico, durante duas semanas, tentava não encarar muito o dono do jornal. Depois de ter corrido tudo o que me ocorreu, , embaixada, Press Linha, livreiros, livrarias, na tentativa de o comprar, nâo consegui. Uma amiga, lançou na net uma mensagem e contactaram-nos de Moçambique, dizendo que o jornal nâo estava à venda em Portugal, mas que iam enviar-nos. Disseram também que os que havia cá foram trazidos e dados a amigos.
Bem, terça feira passada chegou o jornal, quando toda contente o entreguei ao dono e contei o que tinha acontecido, recebi como resposta gargalhadas dadas com gosto.
Este amigo era por sua vez amigo da amiga que lhe oferecera o jornal e como tal diz-me: Bela eu tenho mais lá em casa, isto tudo sem parar de rir.
Não importa que ele se divirta, com a dor de cabeça que um jornal me fez, o que importa é que o devolvi inteirinho.
Obrigada António por me ter facilitado o jornal e por ter achado tanta graça à minha odisseia.
Um amigo emprestou-me um jornal de Moçambique, em minha casa aconteceu um imprevisto e jornal fico estragado. Fiquei em pânico, durante duas semanas, tentava não encarar muito o dono do jornal. Depois de ter corrido tudo o que me ocorreu, , embaixada, Press Linha, livreiros, livrarias, na tentativa de o comprar, nâo consegui. Uma amiga, lançou na net uma mensagem e contactaram-nos de Moçambique, dizendo que o jornal nâo estava à venda em Portugal, mas que iam enviar-nos. Disseram também que os que havia cá foram trazidos e dados a amigos.
Bem, terça feira passada chegou o jornal, quando toda contente o entreguei ao dono e contei o que tinha acontecido, recebi como resposta gargalhadas dadas com gosto.
Este amigo era por sua vez amigo da amiga que lhe oferecera o jornal e como tal diz-me: Bela eu tenho mais lá em casa, isto tudo sem parar de rir.
Não importa que ele se divirta, com a dor de cabeça que um jornal me fez, o que importa é que o devolvi inteirinho.
Obrigada António por me ter facilitado o jornal e por ter achado tanta graça à minha odisseia.
domingo, 11 de outubro de 2009
Truques provados e comprovados
Está com dor de cabeça?
Beba café ou uma coca cola. A cafeína é um dos componentes mais utilizados para os analgésicos existentes no mercado.
Beba café ou uma coca cola. A cafeína é um dos componentes mais utilizados para os analgésicos existentes no mercado.
sábado, 10 de outubro de 2009
Não me atrevendo a transcrever poemas ser ter pedido autorização ao autor, vou contudo escrever o meu trabalho de casa de quarta-feira passada.
Pintar o vento
Cheguei atrasada
corri por caminhos desconhecidos
frios, escuros
na tentativa endiabrada
de pintar a cor do vento,
avistei-o quando de mim fugia
o vento.
Perguntei às pedras, às árvores
parei num cais sem barcos,
mesmo assim perguntei ao mar
de que cor o vento pintar,
ninguém me respondeu
não pintei nada
cheguei atrasada...
o vento fugiu-me
o vento venceu-me
Ana Bela
Pintar o vento
Cheguei atrasada
corri por caminhos desconhecidos
frios, escuros
na tentativa endiabrada
de pintar a cor do vento,
avistei-o quando de mim fugia
o vento.
Perguntei às pedras, às árvores
parei num cais sem barcos,
mesmo assim perguntei ao mar
de que cor o vento pintar,
ninguém me respondeu
não pintei nada
cheguei atrasada...
o vento fugiu-me
o vento venceu-me
Ana Bela
Subscrever:
Mensagens (Atom)