E ainda recordando o Verão, os 15, 16, 17 anos, pergunto-me como eramos tão animados e felizes com o tão pouco que tinhamos. A música era sem dúvida o nosso bem e o maior de todos era podermos conversar, falar uns com os outros, rir e estar horas em diálogos que nos preenchiam, nos traziam sempre algo de novo.
Não sou muito apaixonada por computadores, servem para o que servem e tenho muito mais horas para dispensar a uma boa leitura. Parecerá a alguns insensato, mas ainda bem que este ecrã que tenho à minha frente, não tinha no tempo em que cresceram comigo os amigos, em que todos tivemos tempo para nos ouvir.
Ana Bela
quarta-feira, 28 de julho de 2010
terça-feira, 27 de julho de 2010
A praia da Parede, foi sempre a minha praia, morava perto e lembro as férias de Verão, depois de um ano fechada no Instituto de Odivelas, como o melhor que havia. Os meus irmãos e os nossos amigos, viviamos até à noite na praia, lembro-me que a minha mãe por vezes leváva-nos o jantar e nós ali estávamos como se fosse o Paraíso.
Hoje, não sei se se pode fazer o que fazíamos, há uma mudança de atitude e temos medo. Ontem, sai de casa por volta das 20h30m e fiquei abismada, as praias estavam cheias, como nos tempos da minha adolescência, tive saudades e que saudades. Só não acredito que alguém se atreva a ficar até nascer o sol e nós sim ficávamos.
Ana Bela
Hoje, não sei se se pode fazer o que fazíamos, há uma mudança de atitude e temos medo. Ontem, sai de casa por volta das 20h30m e fiquei abismada, as praias estavam cheias, como nos tempos da minha adolescência, tive saudades e que saudades. Só não acredito que alguém se atreva a ficar até nascer o sol e nós sim ficávamos.
Ana Bela
segunda-feira, 26 de julho de 2010
Digo muitas vezes que a minha cozinha é o espaço onde dou largas à imaginação. Talvez porque quis um dia ser arquitecta. No entanto não me afastei muito da área das artes e os anos que dei aulas, deram-me imensa satisfação.
Como gosto de cozinhar, para mim é tudo uma questão de criar, deixo aqui uma receita que faço há pouco tempo no Grilo, mas que tem sido muito bem aceite.
Um pacote de massa Brich, o recheio que quizer e faça assim: as folhas são muito finas, tem que as barrar com manteiga uma a uma, depois ponha um montinho de frango cozido, ou fiambre ou atum, ou o que lhe apetecer, no meio do recheio ponha uma gema de ovo crua, dobre a massa em quatro e leve ao forno bem quente até dourarem. Pode ser um recheio doce, se a ideia for para sobremesa. Experimente porque é também uma óptima sugestão para aquelas sobras que não sabe o que fazer com elas.
Ana Bela
Como gosto de cozinhar, para mim é tudo uma questão de criar, deixo aqui uma receita que faço há pouco tempo no Grilo, mas que tem sido muito bem aceite.
Um pacote de massa Brich, o recheio que quizer e faça assim: as folhas são muito finas, tem que as barrar com manteiga uma a uma, depois ponha um montinho de frango cozido, ou fiambre ou atum, ou o que lhe apetecer, no meio do recheio ponha uma gema de ovo crua, dobre a massa em quatro e leve ao forno bem quente até dourarem. Pode ser um recheio doce, se a ideia for para sobremesa. Experimente porque é também uma óptima sugestão para aquelas sobras que não sabe o que fazer com elas.
Ana Bela
domingo, 25 de julho de 2010
sábado, 24 de julho de 2010
sexta-feira, 23 de julho de 2010
"Quando mesmo de olhos fechados, reconhecemos um perfume, só pode ser de alguém que nos faz feliz"
Este pensamento, veio mesmo ao encontro do que pensava hoje fechada na cozinha. Todos os dias há quem me visite, batem à porta e eu sei por o toque quem vai aparecer. O que quer dizer que identifico quem me deixa feliz. Agora já nem digo pode entrar, hoje por exemplo até falei um pouco alto demais, antes mesmo que a porta se abrisse "é o Ricardo".
È muito bom saber que as pessoas nos lembram mesmo que não nos vejam.
Ana Bela
Este pensamento, veio mesmo ao encontro do que pensava hoje fechada na cozinha. Todos os dias há quem me visite, batem à porta e eu sei por o toque quem vai aparecer. O que quer dizer que identifico quem me deixa feliz. Agora já nem digo pode entrar, hoje por exemplo até falei um pouco alto demais, antes mesmo que a porta se abrisse "é o Ricardo".
È muito bom saber que as pessoas nos lembram mesmo que não nos vejam.
Ana Bela
quinta-feira, 22 de julho de 2010
Voltando às recordações que os cheiros nos trazem à memória, nesta altura de férias, lembro com mais saudade os poucos, mas os melhores anos da minha vida (considerando que era uma quase adolescente), que passei em África.
O cheiro do mar, da terra vermelha, o cheiro dos fins de tarde, das noites mornas de aromas, o calor que saia do chão depois de uma chuvada de uma cacimbada. Que férias eu passei! que férias eu passo, desfolhando as recordações , acordando os sentidos dentro de mim!
Há muitas coisas boas na vida, mas conseguir através dos cheiros do passado, viver no presente imagens de tantos anos que ficaram muito lá no fundo da memória, é qualquer coisa de fantástico. O ser humano tem destas coisas...
Ana Bela
O cheiro do mar, da terra vermelha, o cheiro dos fins de tarde, das noites mornas de aromas, o calor que saia do chão depois de uma chuvada de uma cacimbada. Que férias eu passei! que férias eu passo, desfolhando as recordações , acordando os sentidos dentro de mim!
Há muitas coisas boas na vida, mas conseguir através dos cheiros do passado, viver no presente imagens de tantos anos que ficaram muito lá no fundo da memória, é qualquer coisa de fantástico. O ser humano tem destas coisas...
Ana Bela
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