quinta-feira, 2 de junho de 2011

Hoje seria o dia de uma nova leitura, amanhã prometo que porei o meu mais recente livro. hoje, terei que me desculpar por não ter escrito no Domingo. Nunca teria dado por isso, se alguém que foi ao blog, não me tivesse questionado.
Posso estar muito cansada, muito ensonada, muito sem saber onde arrumar as dores de costas, que sempre escrevo. Aconteceu que entre muitas coisas que tinha a fazer, fui deixando o tempo passar e como não sou muito amante de televisão, devo ser amante de "Spartacus", pois fiquei a ver a série e esqueci o blog, "o que fazem os homens"




Ana Bela

quarta-feira, 1 de junho de 2011














Dia da criança, dia meu, dia de todos os que têm uma criança dentro de si, de todos os que gostam de andar de baloiço e por a calada da noite invadem parques infantis para andar de escorrega (eu), a todas as pequenas e as grandes crianças, os meus desejos que o sejam sempre, CRIANÇAS.





Ana Bela






terça-feira, 31 de maio de 2011

Li esta frase e de pronto me lembrei de uma amiga que todos os dias me visita na cozinha e se me encontra em dias de não sorriso, só sai dali quando me faz rir. Olha Filomena, tens transformado muito dos meus dias em gargalhadas, obrigada.


"A felicidade é contagiosa:
rodeie-se de rostos felizes."



Ana Bela

segunda-feira, 30 de maio de 2011

I o Insólito continua a acontecer no Café Grilo.
Alguém agarrou no poema que estava no balcão esta semana e escreveu por baixo o seu próprio poema e entregou-nos.

Ana Bela

sábado, 28 de maio de 2011

Hoje logo por a manhã, bem cedinho, quando o sono ainda me acompanhava e eram 8h e eu e o Pedro já tinhamos tentado abrir os olhos desde as 6h, que passadas duas ainda teimavam em manter aquele peso do sono, uma senhora resolve dizer-me : "o seu Pedro é assim tão grande, para caber o coração" Juro, de imediato me passou o sono.
Eu já sabia que o meu filho tem um grande coração, só não sabia é que por esse motivo, ele é assim grandito.




Ana Bela

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Negação... ou não

Parada, esquecida, adormecida...
esta imagem sem contornos
que teima em fugir
esta saudade que não entendo
este silêncio...
parado
esquecido
adormecido.

Ana Duarte-2011

quinta-feira, 26 de maio de 2011



Quando chove, custa -me muito arrastar o dia. Sou como o caracol, arrasta a casa no lento passar do dia. só me fica a curiosidade de saber se é mais feliz molhado, ou seco, coladinho a uma folha do jardim.




Ana Bela