Eu sou aquela que queria ser poeta mas... não passo de uma tentativa de o ser mas... há dias em que me amanheço pensando que sou mas...
Saudade
Não chores
sorri
vai até onde nascem os rios
sobe ao alto de uma montanha
passeia-te à beira mar
isso, vai ver o pôr do sol
anda descalça na relva
mas sorri.
O meu caminho é longo
mas prometi que voltava.
Se não chorares
se esperares
se sorrires
estarei um dia aqui.
Ana Bela
terça-feira, 21 de junho de 2011
segunda-feira, 20 de junho de 2011

Já uma vez aqui descrevi a compra deste quadro, feita numa noite de Verão na Praça do Areeiro, onde estava em exposição num café da dita Praça.
Os anos passaram e no Domingo e menino que o fez, apareceu no Grilo e já não faz certamente desenhos infantis. Foi muito agradável vê-lo ali, ao fim de tantos anos.
Para alguns passará despercebido, mas quando se lembrarem, olhem bem e atentem nos detalhes... não esqueçam que o Pedro está rei e senhor ao balcão... há pastilhas, batatas fritas e até sanita... Lindo...
Ana Bela
domingo, 19 de junho de 2011
Os poetas que somos e que em nómadas nos tornámos, vamos receber Camões, vamos voltar ao banco da escola, vamos levar os Lúsiadas, a Lírica e tudo o que do poeta nos apetecer, para mais uma noite bem passada. É com gosto que os 8 resistentes das sessões de poesia, por aqui e por ali, vão poetando. Algo ficou da minha ingenuidade, ao tentar encher uma sala de poetas.
Ana Bela
Ana Bela
sábado, 18 de junho de 2011
sexta-feira, 17 de junho de 2011
Pina Bausch foi no meu entender uma das grandes coreógrafas do nosso tempo. Ela conseguia fazer a junção do teatro com a dança moderna que se refletiam nos sentimentos humanos sem necessidade de um argumento. Por isso não queria perder o filme "Pina" e ontem fui ver. Tem que se gostar de dança e gostar e gostar para se gostar do filme. Eu gostei, conseguir ver amor, dor ou mesmo raiva, sem palavras, só através do corpo é algo que me fascina.
Pina era de origem alemã, morreu em 2009.
Ana Bela
Pina era de origem alemã, morreu em 2009.
Ana Bela
quinta-feira, 16 de junho de 2011
quarta-feira, 15 de junho de 2011
Não há dúvida que as pessoas se surprendem umas às outras. Há uns tempos que são passados, mas não esquecidos, tive uma troca de palavras com alguém que se negou a ser atendido por a Laryssa, porque e tão sómente é brasileira. Ao fim de muitos meses, mas muitos mesmo dá-se o retorno ao Grilo e essa mesma pessoa já não se importa de ser atendida por a Laryssa e até chegou super atencioso com ela.
Talvez na ausência, tenha percebido que onde quer que vá, sempre tem que ser atendido por um brasileiro, o que no meu entender só abona a favor deles, TRABALHAM.
Às vezes, podiamos pensar um pouco mais com a cabeça e deixar as birrinhas para as crianças...
Ana Bela
Talvez na ausência, tenha percebido que onde quer que vá, sempre tem que ser atendido por um brasileiro, o que no meu entender só abona a favor deles, TRABALHAM.
Às vezes, podiamos pensar um pouco mais com a cabeça e deixar as birrinhas para as crianças...
Ana Bela
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