quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Agora a paragem de passagem de ano, não as 42h, mas algumas, muito menos.
Nem sei se deseje um bom ano, será melhor desejar muita saúde e vontade de ultrapassar estes dias que se adivinham. Então até para o ano.


Ana Bela

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011



A minha amiga dos abraços, tinha no blog estas estonteantes rosas. Copiei e de tão admirada, não resisto a mostrar.

Cultivam-se no Brasil, medem 7cm do botão à ponta das pétalas e depois de desabrocharem, medem 15cm de diâmetro. O que adorava ter uma amarela.



Ana Bela

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Esta altura do ano é demasiado triste para mim. Desde pequena que me vêm a ser roubadas as pessoas que mais contribuiram para a formação da pessoa que sou hoje. Sempre no tempo em que devia estar na festa do Natal. Como a vida dos que ficam continua, lá ponho um sorriso de dia e umas lágrimas de noite... e vou em frente que o comboio não espera.


Ana Bela

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Voltei por poucos dias. A passagem do ano tambem requer muitas mais horas de trabalho e de Grilo, embora não se compare com as 42h que passei sem me deitar. Muito obrigada a todos os que preferiram os nossos serviços.


Ana Bela

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011



Como todos os anos, lá vou eu fazer uma maratona na cozinha do Grilo. Por esse motivo estarei ausente do blog. Para todos um feliz Natal.



Ana Bela

terça-feira, 20 de dezembro de 2011



Conheço a Maria desde os tempos em que andava com o Pedro no liceu de Oeiras. Tirou o seu curso superior nos Açores e voltou ao Continente para trabalhar. Hoje, sem emprego, deitou mãos à obra e abriu um pequeno supermercado em Nova Oeiras. Vou perder os momentos que passávamos à conversa no Grilo mas fico satisfeita por esta jovem ter ultrapassado o problema do desemprego. Boa sorte para ti Maria.



Ana Bela

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

E... a poesia... e Natal...

David Mourão Ferreira

Natal e não Dezembro

... ... ... ... ... ...

Entremos, dois a dois: somos duzentos,
duzentos mil, doze milhões de nada.
Procuremos o rastro de uma casa,
a cave, a gruta, o sulco de uma nave...
Entremos, despojados, mas entremos.
Das mãos dadas talvez o fogo nasça,
talvez seja Natal e não Dezembro,
talvez universal a consoada.



Ana Bela