Alguma coisa está errada comigo, NÃO LEIO UM LIVRO à meses e esta é uma situação que nunca aconteceu desde que aprendi a jogar com as palavras a juntar as letras... Nunca pensei que a crise chegasse assim, tambem ao meu interior, também à minha sempre necessidade de absorver mais e mais. Estou assustada, não sei se triste ou conformada. Vou ter que repensar esta nova situação, nunca fui de me adormeçer à sombra das crises!
Ana Bela
segunda-feira, 11 de junho de 2012
domingo, 10 de junho de 2012
Ainda na ponte das memórias.
Foi da minha avó que herdei esta mania das compotas e dos biscoitos. Já uma vez aqui disse que os cheiros são para mim um meio de desvendar a saudade, de avivar as recordações.
Se a trepadeira matizada de lilás cresceu comigo, o cheiro da fruta, o aroma quente dos bolinhos no forno, fizeram tambem parte desse crescimento. Ainda sinto o cheiro da casa da minha avó...
As avós deviam ser eternas.
Ana Bela
Foi da minha avó que herdei esta mania das compotas e dos biscoitos. Já uma vez aqui disse que os cheiros são para mim um meio de desvendar a saudade, de avivar as recordações.
Se a trepadeira matizada de lilás cresceu comigo, o cheiro da fruta, o aroma quente dos bolinhos no forno, fizeram tambem parte desse crescimento. Ainda sinto o cheiro da casa da minha avó...
As avós deviam ser eternas.
Ana Bela
sábado, 9 de junho de 2012
sexta-feira, 8 de junho de 2012
Para matar a saudade que vou ter dos meus amigos que me acompanham nas noites de poesia, suspensas para férias.
"Quem a tem..."
Não hei-de morrer sem saber
qual a cor da liberdade.
Eu não posso se não ser
desta terra em que nasci.
Embora ao mundo pertença
e sempre a verdade vença,
qual será ser livre aqui,
não hei-de morrer sem saber.
Troçaram tudo em maldade,
é quase um crime viver.
Mas, embora escondam tudo
e me queiram cego e mudo,
não hei-de morrer sem saber
qual a cor da liberdade.
Jorge de Sena
Ana Bela
"Quem a tem..."
Não hei-de morrer sem saber
qual a cor da liberdade.
Eu não posso se não ser
desta terra em que nasci.
Embora ao mundo pertença
e sempre a verdade vença,
qual será ser livre aqui,
não hei-de morrer sem saber.
Troçaram tudo em maldade,
é quase um crime viver.
Mas, embora escondam tudo
e me queiram cego e mudo,
não hei-de morrer sem saber
qual a cor da liberdade.
Jorge de Sena
Ana Bela
quinta-feira, 7 de junho de 2012
Disse Richter que, "Os velhos são crianças que crescem para trás". Talvez por isso me apeteça cada vez mais andar de baloiço e as saudades que tenho de jogar à macaca?
Acho que a frase está mesmo certa, chegamos a uma altura da vida que gostariamos de conseguir saltar à corda e percebemos que já não dá...
Ana Bela
Acho que a frase está mesmo certa, chegamos a uma altura da vida que gostariamos de conseguir saltar à corda e percebemos que já não dá...
Ana Bela
quarta-feira, 6 de junho de 2012
terça-feira, 5 de junho de 2012
Ana Bela
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