sexta-feira, 18 de julho de 2014

Pedro a minha eterna criança

Há 40 anos por esta hora tinha nos braços a criança com que sonhei desde muito novinha e a verdade é que aos 22 anos via o sonho tornar-se realidade. Escolhi-te era ainda uma criança e serás sempre a minha  criança. Parabéns Pedro.

Ana Bela

quinta-feira, 17 de julho de 2014

Espaço de todos

Quando no pára arranca dos carros vejo pessoas a aproveitar o tempo para pôr batom e até tirar as sobrancelhas, não me admira porque cada um faz o que quer dentro do seu espaço. Já chegar à esplanada do Grilo tirar os sapatos, pôr os pés em cima da cadeira e pôr creme nos mesmos, é no mínimo surpreendente.



Ana Bela

quarta-feira, 16 de julho de 2014

A maionese e a mãe (comentário)

Agradeço o termo "esgaça" que não conhecia. Amanhã vou perguntar ao Tio João se era esta palavra que a mãe usava. Obrigada

Ana Bela

terça-feira, 15 de julho de 2014

O carrinho que avariou

O Pedro foi convidado pelos espanhóis a participar numa prova  de 24 horas em  Huelva. O carrinho, quando estava em terceiro lugar resolveu avariar o que o fez parar por algum tempo para reparação. Voltou a entra mas agora em décimo terceiro e já tarde para fazer mais que décimo lugar. Valeu a distinção do convite e o convívio. Para quem já foi terceiro no Campeonato do Mundo, deve custar um pouco.




sábado, 12 de julho de 2014

A maionese e a mãe

O tio João bateu à porta da cozinha e disse: A minha mãe dizia que a maionese tem que se bater sempre para o mesmo lado senão... (e houve aqui uma pausa para eu dizer o que acontecia) digo: deslaça? talha? corta?. Não, era outro o termo que a minha mãe dizia. Foi-se um pouco triste. Eu não consegui ajudá-lo.


Ana Bela

quinta-feira, 10 de julho de 2014

De José Luís Peixoto

Mãe, eu sei que ainda guardas mil estrelas no colo,
eu, tantas vezes, ainda acredito que mil estrelas são
todas as estrelas que existem.

Ana Bela

quarta-feira, 9 de julho de 2014

Os amigos e as rosas

Quem lê este Blog sabe que as rosas amarelas são as flores que me deixam bem. Se alguém pensa que por eu não dizer que preciso delas, deixei de gostar, enganam-se. Acontece que os AMIGOS que fiz em tantos anos no Grilo, começaram a bater à porta da minha cozinha para me oferecer rosas amarelas. Aqui em casa a única pessoa sensata é o Duarte e ele achou que eu tanto falava nas rosas amarelas... Não era de todo a minha intenção, mas mesmo assim, nunca mais falei "em Público" das ditas. Engraçado é que ainda hoje na "minha cozinha" me deram rosas amarelas.


Ana Bela