Chegar de madrugada ao Grilo, tanto sono tenho eu como o Pedro, tem dias que só falamos muito mais tarde o beijinho e o abraço que damos não necessitam palavras, já por si são palavras mudas, caladas.
Mas chegar ao Grilo e encontrar debaixo da porta este papelinho da Leonor e da Mariana como que a lembrar-nos que pode ser Natal todos os dias faz-nos perder o sono imediatamente nem que seja para comentar que as crianças são mesmo muito mais atentas que os adultos. Obrigada
Ana Bela
quarta-feira, 29 de outubro de 2014
terça-feira, 28 de outubro de 2014
Novos bebes no Grilo
Quando disse que no Mundo Grilo há muita criança para nascer, não estava a brincar, só esta semana foram quatro mas há mais muito mais por ai a aparecer.
Ana Bela
sexta-feira, 24 de outubro de 2014
Agora não são 18 mas sim 35
A nossa amiga Raquel, faz amanhã 35 anos. Não lhe dou os parabéns, guardo para amanhã lhe dar um grande abraço. Por vezes cruza- mo-nos na cozinha e sem sabermos porquê ou só porque nos apetece damos um abraço então amanhã tem que ser mais uns beijinhos e algumas lágrimas.
Ana Bela
Ana Bela
quinta-feira, 23 de outubro de 2014
Luanda
Acabei de ver três vídeos que um amigo chegado de Luanda me ofereceu. A saudade e as memórias são tão reais, que fico em "puré de batata". Como gostaria de lá voltar... mas não me sai o euro milhões e ao mesmo tempo não me sai do nariz o cheiro do mar e da terra vermelha orvalhada de sons que não esquecerei.
Ana Bela
Ana Bela
quarta-feira, 22 de outubro de 2014
18 anos de Raquel
A minha Orquinha mereceu Rosas vermelhas e como é do seu feitio também me ofereceu flores amarelas.
Ana Bela
quinta-feira, 16 de outubro de 2014
No meu Pais Grilo
No Pais onde vivo, dizem-me todos os dias que não nascem bebes, Mas preencho uma grande fatia do meu dia no Mundo Grilo, onde as grávidas se passeiam com as suas enormes barrigas, o que me dá a certeza de mais mês menos mês se entre chocarem cadeiras e cadeirinhas.
Tenho andado a contar as barrigudas e vou na módica quantia de 15, para um mumdinho tão pequeno, hão-de convir que eu não vivo no mesmo Pais.
Ana Bela
Tenho andado a contar as barrigudas e vou na módica quantia de 15, para um mumdinho tão pequeno, hão-de convir que eu não vivo no mesmo Pais.
Ana Bela
quarta-feira, 15 de outubro de 2014
Mais um poeminha das minhas gavetas
Queria
Queria ser poeta
nem que fora de um só poema
que não se lesse
se sentisse
cheirasse a alfazema
fosse uma dança de calor
um salto de alegria
uma chuva de Primavera
cantasse...cantasse...
Queria deixar um poema
que falasse...gritasse...
Ana Bela
Queria ser poeta
nem que fora de um só poema
que não se lesse
se sentisse
cheirasse a alfazema
fosse uma dança de calor
um salto de alegria
uma chuva de Primavera
cantasse...cantasse...
Queria deixar um poema
que falasse...gritasse...
Ana Bela
Subscrever:
Mensagens (Atom)







