sábado, 14 de março de 2015

O Nutelão

Não há Nutela que chegue para os novos queques, a não ser comprar o que eu chamo de "Bidon".
É frequente aparecer uma e outra criança com a colher na mão, para comer um pouco de Nutela. Eu nunca gostei e lembro-me que quando o Pedro tinha a idade deles (9,10 anos), se chamava Nucrema"
Concordem comigo que é apelativo.

sexta-feira, 13 de março de 2015

quarta-feira, 11 de março de 2015

Um adulto diferente ou criança ainda

Não sei quem é, mas entrou no Grilo e quando reparou que havia brinquedos, o rosto iluminou-se os olhos sorriram e brincou, escolheu os que mais gostou e sentou-se numa mesa extasiado. Não sei que diga mais a não ser que nunca me senti tão satisfeita por ter introduzido a versão "Brinquedos"

sábado, 7 de março de 2015

Mas... amanhã dia 8 de Março dizem que é dia da Mulher.
Pois que todas sejam muito felizes porque dia 9 voltam dias iguais a todos os outros.

quinta-feira, 5 de março de 2015

Abri de novo a gaveta, o cheiro a palavras é intenso alguns poemas e prosas, estão já amarelecidos pelo tempo, lá dentro mora muito arrumadinha a saudade.

"Se pudesse agarrar o vento, iria com ele para esse sítio que não sei qual, para te ver.
  Se pudesse pintar as nuvens seria para te desenhar e passar o dia a olhar o céu.
  Se pudesse mergulhar no mar sabendo que lá bem no fundo te encontraria...
  Se pudesse calar esta saudade, ser mais feliz com menos lágrimas...
  Se pudesse não te chorar..."  
                             
                            Ana Bela

terça-feira, 3 de março de 2015

Aniversário

Custou-me e custa ainda fazer parte da casa dos sessenta mas não tive outro remédio. Também nunca pensei que idade fosse importante mas é.
No dia 1 de Março fiz os tais 63 que eu não queria, recebi tantas mensagens e telefonemas que perdi a conta. Agradeço a todos com muito carinho.

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

Hospital de bonecas

Hoje ao receber esta imagem, lembrei-me que quando muito pequena, as minhas bonecas ficavam sem braços ou até sem cabeça. Tinha e tenho um irmão que as partia (hoje as bonecas não se partem).
A minha mãe e eu lá íamos com ela ao hospital de bonecas que era na Baixa muito perto das traseiras da Pastelaria Suiça. Era um dia de alegria, a minha boneca ia ser outra vez a minha boneca.
Bom, bom, era o dia em que a íamos buscar era mesmo verdade, aquela era a minha boneca. Será que hoje ainda existe esse hospital? Não sei, hoje quando uma boneca fica sem cabeça, deita-se fora, compra-se outra...