Hoje disseram-me que olha-se para mim e vê-se que estou triste e o mais curioso é que se as pessoas me encaram a tristeza transforma-se em timidez.
Há quem olhando os outros vê de imediato o que queremos esconder. A verdade é que colou-se-me à pele uma tristeza incómoda que não consigo despir. Afinal nem sempre é preciso ser Psicólogo, para ser "Psicólogo".
quinta-feira, 28 de maio de 2015
quarta-feira, 27 de maio de 2015
Da gaveta
Tenho vontade de escrever, mas assim como se foram embora as minhas gargalhadas, também foram as palavras com que se escreve um poema.
Assim abro mais vezes a gaveta onde guardo a saudade, as recordações e as palavras que hoje não encontro.
Não sei que fazer,
julgava que te tinha.
Eras tão presente
que te procuro
dentro e fora de mim.
Não sei onde saíste.
O toque leve da minha mão
paira no vazio
o sorriso é agora saudade
sem alma.
Lá no cais onde ficaste,
Adeus.
terça-feira, 26 de maio de 2015
quinta-feira, 21 de maio de 2015
Paixões
Ninguém pense que os meus silêncios são calados, faço poemas que escrevo na cabeça, invento histórias, analiso-me, recordo-me e chego a conclusões que por vezes me baralham. hoje, no meio dos meus cozinhados, surgiu-me a ideia errada ou não, que eu não tenho paixão pela vida (minha) mas sim que tenho muitas paixões na vida. Poderia enumerá-las, mas a lista seria enorme e cansativa
porque seriam de coisas, pessoas, sentimentos e até pequeninos momentos que fizeram de mim a pessoa que sou.
porque seriam de coisas, pessoas, sentimentos e até pequeninos momentos que fizeram de mim a pessoa que sou.
quarta-feira, 20 de maio de 2015
Revolta
Não comentei o que se passou em Guimarães, porque já tudo foi comentado e eu não tenho mesmo adjectivos no meu léxico suficientes para demonstrar a minha revolta. Não se fala noutra coisa e eu não entro na conversa não vá o meu mau feitio dizer mal de alguns profissionais que deviam ser os garantes já nem sei de quê.........................................
segunda-feira, 18 de maio de 2015
O som do mar
Entre muitos mitos que tenho (tinha),guardados na prateleira das memórias infantis, há o Pai Natal e o mar que gostava de ouvir na concha encostada ao ouvido. Ainda não percebi como me convenciam que nuns Natais o Pai Natal aparecia e noutros, muitos, não vinha. O meu bem disfarçado Papai Noel, como homem da Marinha, andava por esse Mundo na sua fragata.
Quanto à concha, pode ser que ela faça de caixa de ressonância dos sons exteriores e outros dirão que ouvimos o som do sangue que corre na nossa orelha. Seja como for eu prefiro o faz de conta das minhas memórias...
Quanto à concha, pode ser que ela faça de caixa de ressonância dos sons exteriores e outros dirão que ouvimos o som do sangue que corre na nossa orelha. Seja como for eu prefiro o faz de conta das minhas memórias...
sexta-feira, 15 de maio de 2015
Herberto Helder
Para quem gosta de ler Helberto Helder, saiba que saiu o primeiro livro póstumo do escritor edição única "Poemas canhotos"
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