quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Na 4ª sessão das "Conversas do Café Grilo" tivemos a companhia de 18 amigos.
Foi uma noite diferente, porque descobrimos um poeta da Aldeia do Soito/Sabugal, com algumas semelhanças com António Aleixo. Assim, com a presença de familiares do já falecido Manuel Luís Vaz, fomos fazendo o encontro entre os dois poetas e fomos descobrindo factos das suas vidas , lemos quadras quer de um quer de outro. Foi bom. Há tantos poetas escondidos...
O meu sincero agradecimento a todos os que estiveram ontem na sessão, e em especial ao Zé Morgado que me deu a conhecer este seu conterrâneo.





Ana Bela

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Relembro a todos que hoje as "Conversas do Café Grilo" voltam de férias.
Na Junta de Freguesia de Carcavelos pelas 21h30m na vossa companhia e na companhia de António Aleixo.
Até logo a todos...

Ana Bela

terça-feira, 1 de setembro de 2009

Conforme prometido, já temos um vencedor dos ditos das crianças.


"O tio estava com o sobrinho numa consulta de otorrino, quando ressoa na sala de espera um som forte de berbequim. Rapidamente o menino conclui: tio, há um elefante grande, muito grande lá em cima no dentista a tirar um dente"

Alvaro 5 anos



Ana Bela

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Quando não estamos por cá

Belinha ........ o meu café??? e agora onde vou continuar a minha terapia? se piorar a culpa é tua!!!!!

Agosto 2009

domingo, 30 de agosto de 2009


Deixei-me por um segundo

por um piscar de olhos com lágrimas

pertencer ao vosso momento de ternura

amizade

solidão


solidão partilhada no universo de estarmos sós


tão perdidos mas encontrados

na forma do amor

no calor único de um momento.


Ana Bela

sábado, 29 de agosto de 2009

Como estamos quase no dia de receber António Aleixo e para alertar os poetas :



Não escolho amigos à toa,
sempre temendo algum perigo:
primeiro, escolho a pessoa;
depois, escolho o amigo.



Ana Bela

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Momentos hilariantes

E então aquele senhor que entra no café (cliente de uma única passagem) chega ao balcão, pede um café e paga. Uns segundos depois, pede um maço de tabaco e quando vai pagar, diz só ter dinheiro para meio maço?
Sem que eu tivesse tempo para o impedir, o Rui, que trabalhava connosco nessa altura, agarra o maço dos cigarros, tira 1o, dá o resto ao cliente e muito sério diz-lhe: quem não tem dinheiro não tem vícios.
Mais uma vez esclareço que este senhor nunca tinha estado no café.


Ana Bela