sábado, 22 de maio de 2010


Uma imagem sem palavras ou valendo milhares delas
Ana Bela

sexta-feira, 21 de maio de 2010

Se me lembrar dos "pedaçinhos" com que se fazem as amizades, posso dizer-vos, que embora presa na cozinha, vou colando durante o dia pedaçinho a pedaçinho, as visitas que todos os dias me fazem e embora picando cebola e fazendo o almoço, todos os que me visitam, são os pedaçinhos com que me construo.




Ana Bela

quinta-feira, 20 de maio de 2010

Diz no livro O Principezinho, que as amizades são feitas de pedaçinhos.

Eu, digo que são feitas de todos os retalhinhos do dia a dia, de cada sinal ou sorriso, de cada cedência ou boa vontade, de cada estar lá para limpar uma lágrima. No fim de juntos todos estes "pedaçinhos", constroi-se amizade e quem tem amigos, acorda-se todos os dias de bem com a vida.



Ana Bela

quarta-feira, 19 de maio de 2010

No ramo da hotelaria, diz a lei, que todos os colaboradores devem rodar nos diversos serviços dentro da empresa, todos devem ser capazes de saber fazer tudo. Pois! a mim, fecharam-me na cozinha, tudo bem, a propósito disso, hoje chegou até mim a voz da Ana que posso dizer gritou; Bela a sopa está óptima, sabe mesmo a sopa de mãe. Agradeci também em alta voz, para que me ouvisse cá fora e continuei agarrada aos tachos rindo do meu Café, do meu espaço, onde tudo é cada dia mais imprevisível e ternurento.



Ana Bela

terça-feira, 18 de maio de 2010

Eu, estou contente porque há quem esteja contente e sobretudo, porque todos têm o direito de viver a sua vida a todos os níveis, da maneira que quizerem sem que choquem os outros. Uma coisa eu sei, a sensibilidade é mil vezes mais evidente, abraçam muito mais todo o Mundo. Que possam ser felizes.



Ana bela

segunda-feira, 17 de maio de 2010

Terror de te amar



Terror de te amar num sítio tão frágil como o mundo

Mal de te amar neste lugar de imperfeições
Onde tudo nos quebra e emudece
Onde tudo nos mente e nos separa.



Sophia de Mello Breyner Andressen

domingo, 16 de maio de 2010

Radiografia
Lembrei-me desta palavra e confusamente pensei; se tudo se visse ao rx, como: sentimentos, desejos, vaidades, raivas e amores, será que havia quem fosse ao médico?
Por incrivel que pareça, uma amiga usou esta semana no seu blog uma frase, que tem martelado na minha cabeça, "foi quase um romance" eu acho e ainda não lhe disse, que não há "quase" em romance ou em amor, mas esta é aminha opinião.
No quase, já foi romance, portanto aconteceu, mas voltando ao Médico e à Radiografia, como se vive escondendo sentimentos, sorrisos e abraços é melhor mesmo não usar rx, pode a ciência evoluir, sem que nos tenham dito.
Ana Bela