Este mês acrescento à lista de leituras um escritor que gosto muito e nem é novo nas minhas sugestões. Desta vez a sua poesia.
na hora de pôr a mesa, éramos cinco:
o meu pai, a minha mãe, as minhas irmãs
e eu, depois, a minha irmã mais velha
casou-se, depois, o meu pai morreu, hoje,
na hora de pôr a mesa, somos cinco,
menos a minha irmã mais velha que está
na casa dela, menos a minha irmã mais
nova que está na casa dela, menos o meu
pai, menos a minha mãe viúva. cada um
deles é um lugar vazio nesta mesa onde
como sózinho. mas irão estar sempre cinco.
enquanto um de nós estiver vivo, seremos
sempre cinco.
José Luis Peixoto
sexta-feira, 1 de outubro de 2010
quinta-feira, 30 de setembro de 2010
E lá volto eu à amizade...
Queiram desculpar, mas sou facilmente magoável e assim sendo, sou por defeito uma sofredora o que me incomoda. Por mais que me digam que não posso ser assim, sou. O problema é que gosto de ser quem sou só não sei como retirar de dentro de mim aquelas pessoas que deixo entrar através de um belo sorriso e que na realidade o que me ofereceram, foram músculos faciais distendidos.
Aceito trocas de experiências... certamente isto não acontece só a mim!
Ana Bela
Queiram desculpar, mas sou facilmente magoável e assim sendo, sou por defeito uma sofredora o que me incomoda. Por mais que me digam que não posso ser assim, sou. O problema é que gosto de ser quem sou só não sei como retirar de dentro de mim aquelas pessoas que deixo entrar através de um belo sorriso e que na realidade o que me ofereceram, foram músculos faciais distendidos.
Aceito trocas de experiências... certamente isto não acontece só a mim!
Ana Bela
quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Aqui está a primeira torrada geométrica de forma diferente que o Pedro faz para as crianças e que os adultos pedem. A segunda foi a que já vos mostrei, aos triângulos. Isto porque em breve, mostrarei a última, só estou à espera que me enviem a foto.
Ainda bem que se divertem. Há quem diga que é preciso é alegria no trabalho e essa não falta lá para os lados do Café Grilo.
Ana Bela
terça-feira, 28 de setembro de 2010

Uma fotografia que eu gosto. As tais mãos que eu sei e sinto serem o que de mais importante tenho agarrado a mim. Não que as ache belas "as minhas" mas porque com elas posso dar, amar, acariciar, ralhar e sobretudo ver tudo o que quizer através delas. Mãos... dedos... sensibilidades.
Também servem para receber e guardar segredos.
Ana Bela
segunda-feira, 27 de setembro de 2010
domingo, 26 de setembro de 2010
Tenho que lavar as formas dos queques, o que é para mim um serviço necessário mas por demais aborrecido e nada criativo. No mínimo, deixa uma enorme dor de costas. Bem, estava eu para começar tão "agradável serviço" quando bate à porta da cozinha uma amiga que me vem oferecer um livro de poesia. Começo então a dita tarefa e ela resolveu ler-me alguns poemas, ri da situação, fiquei a conhecer a poesia de Ângela Leite - Metáforas Sobre o Amor e nem dei por lavar dezenas de formas. É ou não um café especial? ou como queiram, uma cozinha especial?
Especial, especial é a amizade e os momentos espontâneos.
Ana Bela
Especial, especial é a amizade e os momentos espontâneos.
Ana Bela
sábado, 25 de setembro de 2010
Hoje a minha cabeça precisava que o ruido mais bonito e agradável, fosse o silêncio. Hoje precisava de abraçar por tudo e por nada, só abraçar. Hoje, queria ver um daqueles amigos, daquela listinha especial. Hoje queria que me contassem uma história.
Hoje... isto não está muito animado.
Mas... queria fazer uma alteração ao que escrevi ontem ( não eram 3 crianças, mas sim 4)
Hoje... isto não está muito animado.
Mas... queria fazer uma alteração ao que escrevi ontem ( não eram 3 crianças, mas sim 4)
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