Hoje ninguém me leu poesia enquanto lavava as formas, tive que pensar em coisas bonitas, para que o trabalho fosse feito.
Que pena, fez mesmo falta, tenho a impressão que vou arranjar um grupo de poesia ambulante, para que nunca faltem os poetas. O que será da minha cabeça que tanto trabalha? não é que tive agora mesmo uma ideia daquelas que apavoram os meus dois homens?
Mais tarde falaremos, tenho que pensar melhor no tal grupo de poesia ambulante. Esperem por mim...
Ana Bela
domingo, 3 de outubro de 2010
sábado, 2 de outubro de 2010
sexta-feira, 1 de outubro de 2010
Este mês acrescento à lista de leituras um escritor que gosto muito e nem é novo nas minhas sugestões. Desta vez a sua poesia.
na hora de pôr a mesa, éramos cinco:
o meu pai, a minha mãe, as minhas irmãs
e eu, depois, a minha irmã mais velha
casou-se, depois, o meu pai morreu, hoje,
na hora de pôr a mesa, somos cinco,
menos a minha irmã mais velha que está
na casa dela, menos a minha irmã mais
nova que está na casa dela, menos o meu
pai, menos a minha mãe viúva. cada um
deles é um lugar vazio nesta mesa onde
como sózinho. mas irão estar sempre cinco.
enquanto um de nós estiver vivo, seremos
sempre cinco.
José Luis Peixoto
na hora de pôr a mesa, éramos cinco:
o meu pai, a minha mãe, as minhas irmãs
e eu, depois, a minha irmã mais velha
casou-se, depois, o meu pai morreu, hoje,
na hora de pôr a mesa, somos cinco,
menos a minha irmã mais velha que está
na casa dela, menos a minha irmã mais
nova que está na casa dela, menos o meu
pai, menos a minha mãe viúva. cada um
deles é um lugar vazio nesta mesa onde
como sózinho. mas irão estar sempre cinco.
enquanto um de nós estiver vivo, seremos
sempre cinco.
José Luis Peixoto
quinta-feira, 30 de setembro de 2010
E lá volto eu à amizade...
Queiram desculpar, mas sou facilmente magoável e assim sendo, sou por defeito uma sofredora o que me incomoda. Por mais que me digam que não posso ser assim, sou. O problema é que gosto de ser quem sou só não sei como retirar de dentro de mim aquelas pessoas que deixo entrar através de um belo sorriso e que na realidade o que me ofereceram, foram músculos faciais distendidos.
Aceito trocas de experiências... certamente isto não acontece só a mim!
Ana Bela
Queiram desculpar, mas sou facilmente magoável e assim sendo, sou por defeito uma sofredora o que me incomoda. Por mais que me digam que não posso ser assim, sou. O problema é que gosto de ser quem sou só não sei como retirar de dentro de mim aquelas pessoas que deixo entrar através de um belo sorriso e que na realidade o que me ofereceram, foram músculos faciais distendidos.
Aceito trocas de experiências... certamente isto não acontece só a mim!
Ana Bela
quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Aqui está a primeira torrada geométrica de forma diferente que o Pedro faz para as crianças e que os adultos pedem. A segunda foi a que já vos mostrei, aos triângulos. Isto porque em breve, mostrarei a última, só estou à espera que me enviem a foto.
Ainda bem que se divertem. Há quem diga que é preciso é alegria no trabalho e essa não falta lá para os lados do Café Grilo.
Ana Bela
terça-feira, 28 de setembro de 2010

Uma fotografia que eu gosto. As tais mãos que eu sei e sinto serem o que de mais importante tenho agarrado a mim. Não que as ache belas "as minhas" mas porque com elas posso dar, amar, acariciar, ralhar e sobretudo ver tudo o que quizer através delas. Mãos... dedos... sensibilidades.
Também servem para receber e guardar segredos.
Ana Bela
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