De Fernando Pessoa
... Em dias de alma como hoje eu sinto bem, em toda a consciência do meu corpo, que sou a criança triste em que a vida bateu. Puseram-me a um canto de onde se ouve brincar. Sinto nas mãos o brinquedo partido que me deram por uma ironia de lata... A minha vida sabe a valer isto
... ardem-me os olhos, de ter pensado em chorar. Dói-me a vida aos poucos, a goles...
Ana Bela
quarta-feira, 7 de março de 2012
terça-feira, 6 de março de 2012
segunda-feira, 5 de março de 2012
Truques provados e comprovados
Mãos sem cheiro a alho
Para tirar o cheiro, basta esfregar as mãos com um pouco de café em pó ou com folhas de salsa. Lave-as de seguida e sinta a diferença.
Ana Bela
Para tirar o cheiro, basta esfregar as mãos com um pouco de café em pó ou com folhas de salsa. Lave-as de seguida e sinta a diferença.
Ana Bela
domingo, 4 de março de 2012
Momentos...
Eu pergunto, quando num café pedimos um sumo de laranja natural, não refilamos com o tamanho do copo pois não? Pois esta semana, quando levámos o sumo que nos tinha sido pedido,
foi-nos dito e com muito maus modos que o copo era muito grande. A senhora queria que despejássemos para um copo mais pequeno, o que não fizemos. Zangadíssima, virou-se para mim e disse: o que não beber, vou despejar no seu bolso.
Que sorte a minha que o sumo foi todo bebido!
Ana Bela
foi-nos dito e com muito maus modos que o copo era muito grande. A senhora queria que despejássemos para um copo mais pequeno, o que não fizemos. Zangadíssima, virou-se para mim e disse: o que não beber, vou despejar no seu bolso.
Que sorte a minha que o sumo foi todo bebido!
Ana Bela
sábado, 3 de março de 2012
Livro do mês
Já Marcelo Rebelo de Sousa, tinha falado neste livro. No dia dos meus anos um amigo presenteou-me com ele. Foi prémio Camões 2011 e é poesia a não perder.
Manuel António Pina - "Como se desenha uma casa"
Ana Bela
Manuel António Pina - "Como se desenha uma casa"
Ana Bela
sexta-feira, 2 de março de 2012
quinta-feira, 1 de março de 2012
Desatei o laço
do ramo de rosas
que comprei
na florista
para mim
Abraçei-as desatadas
soltas
rosas da cor do sol, do sangue, do fogo
resplandecentes
húmidas do orvalho
cúmplice
que a florista quis que tivessem
E rocei os lábios pelas pétalas
deleitada
evocando o prazer que terias
se fosses tu a dar-mas.
Ângela Leite
Ana Bela
do ramo de rosas
que comprei
na florista
para mim
Abraçei-as desatadas
soltas
rosas da cor do sol, do sangue, do fogo
resplandecentes
húmidas do orvalho
cúmplice
que a florista quis que tivessem
E rocei os lábios pelas pétalas
deleitada
evocando o prazer que terias
se fosses tu a dar-mas.
Ângela Leite
Ana Bela
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