terça-feira, 6 de novembro de 2012

Na segunda feira dia da nossa folga, recebemos esta fotografia e esta mensagem.
- Quero beber um café...


Ana Bela

sábado, 3 de novembro de 2012

Para ti minha amiga que tantas vezes apareces no Grilo só para me dar um abraço e porque podia ser tua mãe e ainda porque a tua amizade tem preenchido com o teu carinho alguns dos meus maus momentos...

Não temos sempre trinta anos e quando sem perceber vivemos mais trinta, ficamos sem tempo para fazer o que já não pode ser feito. Por isso, faz, faz, faz. Se depois acaba, paciência, foi muito bom enquanto durou, e se teve alguma duração foi porque esse tempo valeu.

Ana Bela

sexta-feira, 2 de novembro de 2012

Momentos

Na quinta feira feriado, um pai chegou ao balcão com uma pequenita e perguntou se ela queria um queque. A resposta rápida foi - quero dois, um para mim e outro para as formigas.


Ana Bela

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Este mês Sophia de Mello Breyner Andresen que há muito devia ter tido lugar aqui. Calhou ser "O nome das coisas" como poderia ser "Coral" ou mesmo "Dual" ou ainda um fantàstico conto "A floresta".
Quem gosta de Sophia, tem muito por onde escolher, são muitas as obras desde poesia, ensaio, contos, histórias para crianças, teatro.


Ana Bela

quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Eu sou de Campo de Ourique. Este é o Jardim da Parada onde tantas vezes brinquei,onde havia bibliotecas para quem quisesse ler e no outro dia continuar. Talvez, quem sabe esta minha obsessão pela leitura tenha nascido num banquinho de jardim.
É bom atravessar a ponte da saudade e encontrar do outro lado aquilo que pensávamos esquecido.


Ana Bela

terça-feira, 30 de outubro de 2012

Truques provados e comprovados

Eu aprendi com a minha mãe a temperar filetes e adicionar leite, ficam muito mais saborosos. O mesmo pode fazer a qualquer peixe durante 15 minutos antes de o cozinhar.

Ana Bela

sábado, 27 de outubro de 2012

Sophia de Mello Breyner Andresen

Sacode as nuvens que te poisam nos cabelos,
Sacode as aves que te levam o olhar,
Sacode os sonhos mais pesados do que as pedras.

Porque eu cheguei e é tempo de me veres,
Mesmo que os meus gestos te trespassem
De solidão e tu cais em poeira,
Mesmo que a minha voz queime o ar que tu respiras
E os teus olhos nunca mais possam olhar.

Ana Bela