Tenho uma amiga que à terça feira me envia rosas amarelas. Amizade é isto mesmo, não precisar de dizer nada, para um amigo se lembrar que às terças feiras, eu e o Pedro trabalhamos sozinhos, 14 horas seguidas.
Custa um bocadinho, um bocadinho tão grande que nem nos lembramos de comer.
Elas aqui estavam no meu mail à espera que eu as olhasse. Obrigada.
Ana Bela
terça-feira, 18 de março de 2014
sexta-feira, 14 de março de 2014
Leitura
Este mês, não falei das leituras. Fiquei um bocado farta de dizer para relerem isto e aquilo. Peço desculpa mas as minhas leituras por fazer e certamente para partilhar, dormem com imensa pena minha nas prateleiras dos livros que eu ainda não respirei. Curioso é que dormem muito perto de mim. Sempre tive que estar rodeada de livros e no meu quarto mesmo atrás da minha cabeça é o sítio dos que ainda não li. Todas as noites, antes de me deitar leio todas as lombadas e imagino o prazer de ter tempo para os ler, de ter tempo de os partilhar.
Ana Bela
Ana Bela
quinta-feira, 13 de março de 2014
O comentário da Rita
Há bastante tempo que não escrevia nenhum poema. Perdida a magia, nada conseguia transmitir ao papel.
Há algumas maneiras de a escrever, gostar de uma frase e a partir dai trabalhar o poema, carregar com o dicionário, ler algo que te dê um pouco de inspiração, dirigir o poema a alguém ou aos nossos sentimentos.
Eu não escrevo assim, escrevo na cabeça sobretudo à noite, e depois tento não esquecer nada do que me fez por vezes até adormecer a chorar.
Ontem apareceu aquele poema pequenino e a "Miúda dos abraços" comenta que há muito tempo não lia nada meu tão bom. Será que voltou a magia?
Ana Bela
Há algumas maneiras de a escrever, gostar de uma frase e a partir dai trabalhar o poema, carregar com o dicionário, ler algo que te dê um pouco de inspiração, dirigir o poema a alguém ou aos nossos sentimentos.
Eu não escrevo assim, escrevo na cabeça sobretudo à noite, e depois tento não esquecer nada do que me fez por vezes até adormecer a chorar.
Ontem apareceu aquele poema pequenino e a "Miúda dos abraços" comenta que há muito tempo não lia nada meu tão bom. Será que voltou a magia?
Ana Bela
quarta-feira, 12 de março de 2014
A porta atraiu o meu olhar.
Entraste.
Ficámos com as palavras nos olhos
envoltas em aromas de silêncio, ausências,
saudade de conversas caladas
onde mãos inquietas dançavam.
Como se fosse pecado
deixar um aroma no ar
como se fosse vergonha
palavras caladas
poderem cheirar a rosas.
Ana Duarte
Ana Bela
Entraste.
Ficámos com as palavras nos olhos
envoltas em aromas de silêncio, ausências,
saudade de conversas caladas
onde mãos inquietas dançavam.
Como se fosse pecado
deixar um aroma no ar
como se fosse vergonha
palavras caladas
poderem cheirar a rosas.
Ana Duarte
Ana Bela
terça-feira, 11 de março de 2014
Eu refilona me confesso
Eu sei que sou refilona, sei que há coisas que a mim me magoam e aos outros podem passar ao lado, mas se não refilo ou simplesmente não partilho a realidade, um dia transformo-me numa enorme caixa que se vai enchendo de tudo, sem mandar nada cá para fora. Isso eu não quero ser, prefiro ser a dita refilona e não fazer desaparecer as verdades de uma vida inteira. Nunca fecharei nada em caixas.
Não me perguntem porque veio esta conversa parar aqui...
Ana Bela
Não me perguntem porque veio esta conversa parar aqui...
Ana Bela
sábado, 8 de março de 2014
Um dos dias da mulher!
Sei que sou louca por rosas amarelas, mas hoje no dia da mulher, envio a todas aquela que eu acho ser a mais bela rosa que existe.
O meu desejo seria que o dia da mulher fosse um dia em que não tem que mudar fraldas, descascar batatas, fazer o almoço e o jantar, enfim, gostaria que as mulheres, hoje não fossem mulheres, seria a melhor recompensa por todos os dias em que são... (365)
Ana Bela
O meu desejo seria que o dia da mulher fosse um dia em que não tem que mudar fraldas, descascar batatas, fazer o almoço e o jantar, enfim, gostaria que as mulheres, hoje não fossem mulheres, seria a melhor recompensa por todos os dias em que são... (365)
Ana Bela
quinta-feira, 6 de março de 2014
Penso-me encarcerada, mas não...
Quando digo e grito que neste ou naquele dia mais cinzento, preciso de uma rosa amarela, acreditem que é difícil estar desde as seis e meia da manhã metida dentro daquela pequena cozinha, mas onde tento fazer tudo o melhor possível e tudo o que alguém me pede. Feitas as contas, também é muito agradável que adultos e crianças me vão visitar todos os dias. Com um abraço de um e mais um beijo de outro, feitas as contas são positivas e não posso dizer que estou para ali abandonada. Tenho tido belas e longas conversas enquanto descasco batatas. Um viva às batatas...
Ana Bela
Ana Bela
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