terça-feira, 26 de maio de 2015

Novo sabor Oreo



Agora no Grilo a décima terceira variedade de queques, Oreo. Venha prová-los.

quinta-feira, 21 de maio de 2015

Paixões

Ninguém pense que os meus silêncios são calados, faço poemas que escrevo na cabeça, invento histórias, analiso-me, recordo-me e chego a conclusões que por vezes me baralham. hoje, no meio dos meus cozinhados, surgiu-me a ideia errada ou não, que eu não tenho paixão pela vida (minha) mas sim que tenho muitas paixões na vida. Poderia enumerá-las, mas a lista seria enorme e cansativa
porque seriam de coisas, pessoas, sentimentos e até pequeninos momentos que fizeram de mim a pessoa que sou.

quarta-feira, 20 de maio de 2015

Revolta

Não comentei o que se passou em Guimarães, porque já tudo foi comentado e eu não tenho mesmo adjectivos no meu léxico suficientes para demonstrar a minha revolta. Não se fala noutra coisa e eu não entro na conversa não vá o meu mau feitio dizer mal de alguns profissionais que deviam ser os garantes já nem sei de quê.........................................

segunda-feira, 18 de maio de 2015

O som do mar

Entre muitos mitos que tenho (tinha),guardados na prateleira das memórias infantis, há o Pai Natal e o mar que gostava de ouvir na concha encostada ao ouvido. Ainda não percebi como me convenciam que nuns Natais o Pai Natal aparecia e noutros, muitos, não vinha. O meu bem disfarçado Papai Noel, como homem da Marinha, andava por esse Mundo na sua fragata.
Quanto à concha, pode ser que ela faça de caixa de ressonância dos sons exteriores e outros dirão que ouvimos o som do sangue que corre na nossa orelha. Seja como for eu prefiro o faz de conta das minhas memórias...

sexta-feira, 15 de maio de 2015

Herberto Helder

Para quem gosta de ler Helberto Helder, saiba que saiu o primeiro livro póstumo do escritor edição única "Poemas canhotos"

quinta-feira, 14 de maio de 2015

Triste

Ontem a Nos deu um nó no sistema e não houve computador para ninguém. Hoje ao telefone a Nos desatou o nó. Cheguei...

Não consigo despir esta tristeza que se apoderou de mim, esta ausência de riso e gargalhadas. Talvez as grades nas janelas da cozinha ou a cozinha em si, talvez este cansaço do meu próprio silêncio.

sexta-feira, 8 de maio de 2015

Abri a gaveta dos poemas

Aparece
vem tão docemente
que não oiça os teus passos
mas sinta o teu cheiro,
vem beber um chá de saudade
adoçado de recordações.
Não digas nada
esconde as minhas mãos nas tuas
enquanto desenhamos palavras em nossas bocas
nem choramos.

Vem beber um chá comigo
para que possa dizer-te
que a saudade vem do fundo do peito
vem com música e cheiros.