quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Sei que se vai fazendo tarde para escrever no blog, sobretudo para mim que, assim que chego a casa, vinda do grilo, é a primeira coisa que faço.
Hoje foi o grande dia, tão grande que se repete há 35 anos. Fizemos a árvore de Natal e o presépio, pendurámos todas aquelas coisinhas que nos acompanham a vida toda. Talvez sim ou talvez não, sejamos uma família um pouco doidita, mas todos os anos, depois de desarrumar caixas e caixas,(que a mãe Bela como lhe chamam os amigos do Pedro) guarda tudo, descobrimos sempre algo que nos lembra outros natais e se não acreditam, para o ano podem vir ver estes três, Bela, Duarte e Pedro, descobrindo e contando alguma memória de algum enfeite que vai encontrando. Depois à vez, cada um sobe a um banco e enfeita a àrvore.
É tão bom...


Ana Bela

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Ao longo dos anos, fomos tendo grupos de adolescentes, que estudavam diáriamente no grilo e o mais engraçado sempre a horas certas. Por vezes, ao chegarem à faculdade, desapareciam. Eram esporádicas as suas visitas.
O que me espanta são as atitudes de muitos que aparecem com a fita para que nós possamos escrever nela, pois em determinada altura da suas vidas fomos importantes para eles.
Hoje apareceu uma dessas crianças, aquelas tais que me fazem perceber que o tempo passa mais depressa do que eu queria, apareceu grande, crescida, formada e enamorada. Veio ao "Grilo" ao fim de muito tempo, desde o tempo em que eu fazia bolo de chocolate porque ela gostava e se não o visse ficava amuada, veio participar que vai casar e que antes disso tinha que nos dizer, partilhar connosco a sua alegria.
Não sei, mas o Grilo tem destas coisas. Obrigada Catarina



Ana bela

terça-feira, 8 de dezembro de 2009



Não se pode julgar uma árvore, ou uma pessoa por apenas uma estação.
Ana Bela

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Há varias coisas,muitas coisas ao nosso dispor para ajudar os mais variados movimentos de solidariedade. Hoje por exemplo, deparei-me com um, numa superfície comercial, que é simples, basta que eu autorize a operadora de caixa a passar na minha conta uma garrafa de água vazia que custa 1 euro e esse dinheiro reverte para que as crianças de um Pais Africano tenham água potável.
Enquanto aguardava na fila, fui ouvindo os comentários dos que não queriam reencaminhar o seu euro. "quando chegarem a casa a sua torneira jorra água boa, fresca, que curiosamente até se pode beber".

Se ainda acredito no Pai Natal? claro que sim, pois se até eu gostaria de o ser, eu e quem encontra uma moeda perdida no fundo das suas carteiras.

Mas que Bela tão lamechas... talvez, mas esta quadra deixa-me sempre com vontade de mudar o Mundo e com a certeza de não o conseguir.


Ana Bela

domingo, 6 de dezembro de 2009

Eu, acredito, eu quero ainda acreditar no Pai Natal. Lembro-me do dia em que descobri que eram os pais que compravam os brinquedos. o meu pai morreu em África no mês de Dezembro.
Quando a minha mãe conseguiu mexer no carro dele, entrou em casa com vários brinquedos, pois somos 5 irmãos e foi nesse momento que se desfez a magia, eu tinha pedido ao Pai Natal, aquela boneca, como estava no carro do meu pai?

Isto, para dizer que, "eu quero acreditar no Pai Natal" e se pudesse obrigava todos a acreditar.
Talvez o primeiro contacto com a ausência, com o desaparecimento de quem amava, me tenha feito assim a modos que uma criança que não cresceu tudo. Mas que eu quero acreditar, eu quero e acredito.


Ana Bela

sábado, 5 de dezembro de 2009

https://webmail.netcabo.pt/exchweb/bin/redir.asp?URL=http://www.youtube.com/watch?v=j7-nfrbbOq8


Muitos já viram este video, mas nunca é de mais sentir ou mesmo chorar por o humanismo que ele nos transmite. As lágrimas sobem do coração aos olhos, quando este entristece.


Ana Bela

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

A proxima sessão estaria agendada para dia 6 de Janeiro, uns queriam levar o bolo rei e mesmo assim fazer-se a sessão , mas outros não estavam de acordo, assim sendo, resolveu-se festejar o Dia de Reis em família e ficou então para dia 13 de Janeiro. O poeta convidado é Ary dos Santos.



Ana Bela