Primeiro chamo a atenção para que não deixem de ler o comentário à imagem de ontem, depois recordo que amanhã às 21h 30m, na Junta de Freguesia de Carcavelos, Mário de Sá Carneiro espera por nós.
Ana Bela
terça-feira, 6 de abril de 2010
segunda-feira, 5 de abril de 2010
domingo, 4 de abril de 2010
sábado, 3 de abril de 2010
E... as férias estão quase no fim. Acreditem ou não, sempre que me afasto do Grilo, tenho saudades
das pessoas, dos momentos que se vivem por lá, alguns de grande intensidade e sobretudo por de alguma maneira o nosso espaço acolher pessoas de mais idade que praticamente passam o dia connosco, lembro o senhor Quintino o senhor António, a Ivone e tantos que lendo e relendo os jornais, ali ficam muitas horas. Para eles fica o recado, estamos a chegar.
Ana Bela
das pessoas, dos momentos que se vivem por lá, alguns de grande intensidade e sobretudo por de alguma maneira o nosso espaço acolher pessoas de mais idade que praticamente passam o dia connosco, lembro o senhor Quintino o senhor António, a Ivone e tantos que lendo e relendo os jornais, ali ficam muitas horas. Para eles fica o recado, estamos a chegar.
Ana Bela
sexta-feira, 2 de abril de 2010
Truques provados e comprovados
Estava eu a arranjar um peixinho para grelhar no carvão, quando me lembrei de um truque para sair o cheiro das mãos. Peixe é óptimo, mas ficar as mãos a cheirá-lo, não é muito agradável, para acabar com o odor, basta que lave as mãos com vinagre e verá que resulta.
Ana Bela
Ana Bela
quinta-feira, 1 de abril de 2010
quarta-feira, 31 de março de 2010
Ainda em ralação aos abraços e à miúda do comentário.
Este país é uma casa
solitária
sentada a meio do monte
sempre à espera da sorte
vidrada no horizonte.
Sem projecto
sem caminhos
cercada pela inércia
morrendo aos bocadinhos.
Jornalista
António Bondoso/Moimenta da Beira
Se não nos sentássemos à espera da sorte, se olhássemos mais à volta, teríamos o tempo certo de amar, gostar, abraçar e sorrir.
Ana Bela
Este país é uma casa
solitária
sentada a meio do monte
sempre à espera da sorte
vidrada no horizonte.
Sem projecto
sem caminhos
cercada pela inércia
morrendo aos bocadinhos.
Jornalista
António Bondoso/Moimenta da Beira
Se não nos sentássemos à espera da sorte, se olhássemos mais à volta, teríamos o tempo certo de amar, gostar, abraçar e sorrir.
Ana Bela
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