Diz no livro O Principezinho, que as amizades são feitas de pedaçinhos.
Eu, digo que são feitas de todos os retalhinhos do dia a dia, de cada sinal ou sorriso, de cada cedência ou boa vontade, de cada estar lá para limpar uma lágrima. No fim de juntos todos estes "pedaçinhos", constroi-se amizade e quem tem amigos, acorda-se todos os dias de bem com a vida.
Ana Bela
quinta-feira, 20 de maio de 2010
quarta-feira, 19 de maio de 2010
No ramo da hotelaria, diz a lei, que todos os colaboradores devem rodar nos diversos serviços dentro da empresa, todos devem ser capazes de saber fazer tudo. Pois! a mim, fecharam-me na cozinha, tudo bem, a propósito disso, hoje chegou até mim a voz da Ana que posso dizer gritou; Bela a sopa está óptima, sabe mesmo a sopa de mãe. Agradeci também em alta voz, para que me ouvisse cá fora e continuei agarrada aos tachos rindo do meu Café, do meu espaço, onde tudo é cada dia mais imprevisível e ternurento.
Ana Bela
Ana Bela
terça-feira, 18 de maio de 2010
Eu, estou contente porque há quem esteja contente e sobretudo, porque todos têm o direito de viver a sua vida a todos os níveis, da maneira que quizerem sem que choquem os outros. Uma coisa eu sei, a sensibilidade é mil vezes mais evidente, abraçam muito mais todo o Mundo. Que possam ser felizes.
Ana bela
Ana bela
segunda-feira, 17 de maio de 2010
domingo, 16 de maio de 2010
Lembrei-me desta palavra e confusamente pensei; se tudo se visse ao rx, como: sentimentos, desejos, vaidades, raivas e amores, será que havia quem fosse ao médico?
Por incrivel que pareça, uma amiga usou esta semana no seu blog uma frase, que tem martelado na minha cabeça, "foi quase um romance" eu acho e ainda não lhe disse, que não há "quase" em romance ou em amor, mas esta é aminha opinião.
No quase, já foi romance, portanto aconteceu, mas voltando ao Médico e à Radiografia, como se vive escondendo sentimentos, sorrisos e abraços é melhor mesmo não usar rx, pode a ciência evoluir, sem que nos tenham dito.
Ana Bela
sábado, 15 de maio de 2010
Não poderia contar as fitas que ao longo destes dezoito anos os meus "meninos/homens" me trouxeram para assinar no fim dos seus estudos universitários. Ontem o que se passou deixou-me comovida, pois "Mariá" (como lhe chamo), agora Veterinária, foi ao Grilo com a sua fita para eu o Duarte e o Pedro escrevermos, como não estava, entregou ao Pedro e disse-lhe que vinha buscá-la a nossa casa. Assim fez. Valeu a pena, chegaste à meta, felicidades "Mariá".
Ana Bela
Ana Bela
sexta-feira, 14 de maio de 2010
Mia Couto é um escritor que eu leio muito, gosto dos jogos que inventa com as palavras, assim como que espalhá-las em cima da mesa e redescobrir o prazer de as juntar. Escreve sobretudo prosa, mas tem alguns, poucos livros de poesia, é dele pois a que transcrevo.
O outro idioma
Inquirido
sobre a sua fluência
em português, respondeu:
- Tenho duas línguas:
uma para mentir,
outra para ser enganado.
A professora
ainda perguntou:
- E qual delas é o português?
- Já não me lembro, respondeu.
Ana Bela
O outro idioma
Inquirido
sobre a sua fluência
em português, respondeu:
- Tenho duas línguas:
uma para mentir,
outra para ser enganado.
A professora
ainda perguntou:
- E qual delas é o português?
- Já não me lembro, respondeu.
Ana Bela
Subscrever:
Mensagens (Atom)
