Digo muitas vezes que a minha cozinha é o espaço onde dou largas à imaginação. Talvez porque quis um dia ser arquitecta. No entanto não me afastei muito da área das artes e os anos que dei aulas, deram-me imensa satisfação.
Como gosto de cozinhar, para mim é tudo uma questão de criar, deixo aqui uma receita que faço há pouco tempo no Grilo, mas que tem sido muito bem aceite.
Um pacote de massa Brich, o recheio que quizer e faça assim: as folhas são muito finas, tem que as barrar com manteiga uma a uma, depois ponha um montinho de frango cozido, ou fiambre ou atum, ou o que lhe apetecer, no meio do recheio ponha uma gema de ovo crua, dobre a massa em quatro e leve ao forno bem quente até dourarem. Pode ser um recheio doce, se a ideia for para sobremesa. Experimente porque é também uma óptima sugestão para aquelas sobras que não sabe o que fazer com elas.
Ana Bela
segunda-feira, 26 de julho de 2010
domingo, 25 de julho de 2010
sábado, 24 de julho de 2010
sexta-feira, 23 de julho de 2010
"Quando mesmo de olhos fechados, reconhecemos um perfume, só pode ser de alguém que nos faz feliz"
Este pensamento, veio mesmo ao encontro do que pensava hoje fechada na cozinha. Todos os dias há quem me visite, batem à porta e eu sei por o toque quem vai aparecer. O que quer dizer que identifico quem me deixa feliz. Agora já nem digo pode entrar, hoje por exemplo até falei um pouco alto demais, antes mesmo que a porta se abrisse "é o Ricardo".
È muito bom saber que as pessoas nos lembram mesmo que não nos vejam.
Ana Bela
Este pensamento, veio mesmo ao encontro do que pensava hoje fechada na cozinha. Todos os dias há quem me visite, batem à porta e eu sei por o toque quem vai aparecer. O que quer dizer que identifico quem me deixa feliz. Agora já nem digo pode entrar, hoje por exemplo até falei um pouco alto demais, antes mesmo que a porta se abrisse "é o Ricardo".
È muito bom saber que as pessoas nos lembram mesmo que não nos vejam.
Ana Bela
quinta-feira, 22 de julho de 2010
Voltando às recordações que os cheiros nos trazem à memória, nesta altura de férias, lembro com mais saudade os poucos, mas os melhores anos da minha vida (considerando que era uma quase adolescente), que passei em África.
O cheiro do mar, da terra vermelha, o cheiro dos fins de tarde, das noites mornas de aromas, o calor que saia do chão depois de uma chuvada de uma cacimbada. Que férias eu passei! que férias eu passo, desfolhando as recordações , acordando os sentidos dentro de mim!
Há muitas coisas boas na vida, mas conseguir através dos cheiros do passado, viver no presente imagens de tantos anos que ficaram muito lá no fundo da memória, é qualquer coisa de fantástico. O ser humano tem destas coisas...
Ana Bela
O cheiro do mar, da terra vermelha, o cheiro dos fins de tarde, das noites mornas de aromas, o calor que saia do chão depois de uma chuvada de uma cacimbada. Que férias eu passei! que férias eu passo, desfolhando as recordações , acordando os sentidos dentro de mim!
Há muitas coisas boas na vida, mas conseguir através dos cheiros do passado, viver no presente imagens de tantos anos que ficaram muito lá no fundo da memória, é qualquer coisa de fantástico. O ser humano tem destas coisas...
Ana Bela
quarta-feira, 21 de julho de 2010
Ainda a propósito dos "anjinhos". Há um casal no Grilo, a quem sempre ouvi dizer que quando se reformassem iam finalmente fazer as viagens adiadas ao longo da vida.
Pois... entretanto, os filhos gémeos casaram e rápidamente se multiplicaram. Digo multiplicaram, porque podiam ter um bébé, mas não, cada um teve os "anjinhos" a dobrar e num curto espaço de tempo, apareceram 7 lindas criaturas que fizeram esquecer as viagens. Hoje, alegres e contentes, lá andam babadíssimos transportando os 7 netinhos.
Ana Bela
Pois... entretanto, os filhos gémeos casaram e rápidamente se multiplicaram. Digo multiplicaram, porque podiam ter um bébé, mas não, cada um teve os "anjinhos" a dobrar e num curto espaço de tempo, apareceram 7 lindas criaturas que fizeram esquecer as viagens. Hoje, alegres e contentes, lá andam babadíssimos transportando os 7 netinhos.
Ana Bela
terça-feira, 20 de julho de 2010

Luiz Gonzaga Ribeiro diz: Netos, é quando Deus tem pena dos avós e manda anjos para alegrá-los.
É curioso, mas eu acho que os avós andam sempre atarefados da escola para a natação, do piano para a equitação, do jardim, para os baloiços e dizem que é um desassossego, pois eu tenho a certeza que eles adoram toda essa animação que os ditos anjinhos trazem à sua vida.
Ana Bela
Subscrever:
Mensagens (Atom)

