A família partiu, as filhoses comeram-se o bacalhau também e depois de prendas, laços e fitas, lá se passou mais um natal. O novo ano não tarda a aparecer, para de seguida todos deixarmos na gaveta os abraços e beijos com que nos presenteamos uns aos outros, serão sinceros não duvido, mas não duram o ano todo...
Ana Bela
segunda-feira, 27 de dezembro de 2010
terça-feira, 21 de dezembro de 2010
Por uns dias terei que abandonar a escrita no blog, pois começa amanhã a minha maratona na cozinha. Desejo a todos que me acompanham por aqui, um feliz Natal. Sei que os ventos não são os mais favoráveis, mas Natal é Natal e como é a festa da família, a crise não importa se nos encontramos reunidos. Um abraço do tamanho do Mundo.
Ana Bela
Ana Bela
segunda-feira, 20 de dezembro de 2010
Ora aqui está um dia daqueles que me deixa com o sorriso esquecido, perdido algures no mês de Agosto. É curioso, mas com a idade acho que nos lembramos de coisas que sentimos ano após ano e não tinhamos dado por isso. Por exemplo: nunca gostei de Domingos, nem mesmo quando era criança, nunca gostei de Invernos e em contrapartida adoro Verões, sobretudo Agostos.
Ontem dei por mim a pensar na sensação que tive quando finalmente aprendi a andar de bicicleta. Ainda é cedo para estar senil ou não?
Ana Bela
Ontem dei por mim a pensar na sensação que tive quando finalmente aprendi a andar de bicicleta. Ainda é cedo para estar senil ou não?
Ana Bela
domingo, 19 de dezembro de 2010
sábado, 18 de dezembro de 2010
A minha amiga R. C. que vive algures entre abraços (é um abraçódromo), gostou do poema de Nuno Júdice. Mas se o meu gosto não me atraiçou-a, este poeta quando escreve sobre amor ama em cada linha, em cada palavra em cada frase. Se a escrita poética fosse assim uma verdade... diria," como ama este homem!"
Ana Bela
Ana Bela
sexta-feira, 17 de dezembro de 2010
Retrato
Amo-te; e o teu corpo dobra-se,
no espelho da memória, à luz
frouxa da lâmpada que nos
esconde. Puxo-te para fora
da moldura: o teu rosto branco
abre um sorriso de água, e
cais sobre mim, como o
tronco suave da noite, para
que te abrace até de madrugada,
quando o sono te fecha os olhos
e o espelho, vazio, me obriga
a olhar-te no reflexo do poema.
Nuno Júdice
Ana Bela
Amo-te; e o teu corpo dobra-se,
no espelho da memória, à luz
frouxa da lâmpada que nos
esconde. Puxo-te para fora
da moldura: o teu rosto branco
abre um sorriso de água, e
cais sobre mim, como o
tronco suave da noite, para
que te abrace até de madrugada,
quando o sono te fecha os olhos
e o espelho, vazio, me obriga
a olhar-te no reflexo do poema.
Nuno Júdice
Ana Bela
quinta-feira, 16 de dezembro de 2010
E nós continuamos por ali no Alto dos Lombos, tentando arranjar açucar por todo o lado para que não faltem os queques. Parecerá a alguns que é fácil mas não é os armazens tambem não têm muito, o que mais irrita é saber que uma amiga já pagou por um pacote do "ouro", 1.30 euros. Depois será que baixa? nãooooooooooo.
Ana Bela
Ana Bela
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