sexta-feira, 15 de julho de 2011

Eu que digo não gostar de teclar palavras, mas sim desenhá-las num papel com lápis ou caneta, senti para meu espanto a falta que faz o computador.
As enciclopédias, os livros, os manuais, dormiam nas prateleiras e eu despida de informação, só porque um ecrã se negava aos meus pedidos. Pois bem, confesso aquilo que nunca pensei confessar " os computadores deviam estar proibidos de se avariar"

Mas eu continuo a gostar de sentir o gostinho de desenhar as palavras!



Ana Bela

quinta-feira, 14 de julho de 2011

O meu grande, enorme e esperto filho, tanto se esforçou que instalou os drivers necessários ao reaparecimento da net no meu computador. Assim, aqui me têm novamente. Devido ao adiantado da hora e do aparecimento repentino do meu sono. por aqui me fico.


Ana Bela

terça-feira, 12 de julho de 2011

Hoje tive uma surpresa quando cheguei a casa, o meu computador disse que estava cansado e que ia de férias uns dias......por isso não se preocupem se nos próximos dois ou três dias não conseguir passar por aqui ...
A minha mãe pediu-me que vos desse esta má nova...
Abraços a todos..

Pedro Duarte

segunda-feira, 11 de julho de 2011

No alto da montanha
abraço o largo horizonte.

Na pequena enseada
sou apenas um feto
do vento marinho

António Barroso (Tiago)



Ana Bela

domingo, 10 de julho de 2011

Poetas errantes

Este mês, os poetas resistentes, vão reunir dia 15 e o tema será o ultimo livro de António Barroso.
Quem não conhece de o ver em todas as sessões de poesia ou no Café Grilo, pode ler a contra capa do seu livro que aqui deixo.


Ana Bela

sábado, 9 de julho de 2011

Mil desculpas a quem me lê diariamente, por não ter escrito ontem. Acontece que eu precisava de uma imagem e esperei que o Pedro a fizesse (como é bom não querer aprender e ter os filhos para fazerem...) o que aconteceu já depois do jantar e ai perdi o taiming da minha escrita, nunca mais me lembrei.


Ana Bela

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Momentos hilariantes

Não sei se vão rir, mas eu vos garanto que me ri como há muito tempo não o fazia e todos os que assistiram também o fizeram.
A foto mostra três etiquetas de uma peça de vestuário. Pois é, a senhora andava incomodada e não sabia porquê, até que chegou ao pé de mim com aquele molho enorme de cartão e me pediu uma tesoura, tinha finalmente percebido que andava com as etiquetas, desde que tinha comprado a camisola.
O riso foi motivado por o alívio mostrado em se desfazer do incómodo que quase a fez ir trocar a roupa.


Ana Bela