Na terça feira quando me lembrei da velhinha a andar de baloiço, não me passou pela cabeça que a miúda dos abraços sempre atenta ao meu blog, se referisse ao post em questão. Ela escreveu o seguinte: "Gostei, tu de baloiço por entre queques esvoaçantes".
Os queques têm originado muita coisa, mas pensar neles como algo que voa, nunca me tinha acontecido.
Ana Bela
quinta-feira, 6 de outubro de 2011
quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Uma das mais pequeninas amigas do Grilo. Internada no Hospital, não comia há 5 dias, mas podia, só não queria. O Pedro mandou um queque que iniciou o retorno do apetite. Ainda bem que há queques no Grilo e Pedros que se lembram dos mimos para os seus amigos. Viva eu que sou a mãe deste Pedro!Ana Bela
terça-feira, 4 de outubro de 2011
segunda-feira, 3 de outubro de 2011
Todos aqui por casa estão de parabéns, conseguimos viver juntos e em paz, durante 38 anos.
Eu estou de parabéns porque aturo o Duarte, o Duarte está de parabéns porque me atura e o Pedro de parabéns está porque nos atura há 37 anos. É no saber lidar com os dias, que passaram tantos ( 13.870 ).
Ana Bela
Eu estou de parabéns porque aturo o Duarte, o Duarte está de parabéns porque me atura e o Pedro de parabéns está porque nos atura há 37 anos. É no saber lidar com os dias, que passaram tantos ( 13.870 ).
Ana Bela
domingo, 2 de outubro de 2011
Truques provados e comprovados
sábado, 1 de outubro de 2011
sexta-feira, 30 de setembro de 2011
Este foi um dos poemas que se disseram na noite.
Não posso adiar o amor
Não posso adiar o amor para outro século
não posso
ainda que o grito sufoque na garganta
ainda que o ódio estale e crepite e arde
sob as montanhas cinzentas
e montanhas cinzentas
Não posso adiar este braço
que é uma arma de dois gumes
amor e ódio
Não posso adiar
ainda que a noite pese séculos sobre as costas
e a aurora indecisa demore
não posso adiar para outro século a minha vida
nem o meu amor
nem o meu grito de libertação
Não posso adiar o coração
António Ramos Rosa
Ana Bela
Não posso adiar o amor
Não posso adiar o amor para outro século
não posso
ainda que o grito sufoque na garganta
ainda que o ódio estale e crepite e arde
sob as montanhas cinzentas
e montanhas cinzentas
Não posso adiar este braço
que é uma arma de dois gumes
amor e ódio
Não posso adiar
ainda que a noite pese séculos sobre as costas
e a aurora indecisa demore
não posso adiar para outro século a minha vida
nem o meu amor
nem o meu grito de libertação
Não posso adiar o coração
António Ramos Rosa
Ana Bela
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