Às vezes queria que o silêncio se pudesse agarrar, abraçar, ter sempre que dele necessitássemos. Os dias são tão barulhentos que mesmo eu que sou capaz de pensar em qualquer coisa para me alhear do barulho envolvente, começo a ter dificuldade. As pessoas onde me incluo, falam agora muito mais alto quando transmitir pode ser só um olhar, um gesto...
Ana Bela
quinta-feira, 4 de outubro de 2012
quarta-feira, 3 de outubro de 2012
Hoje faço 39 anos de casada. Alguns dirão que são muitos, eu não dei por passar tanto tempo e afinal, voltaria a fazer o mesmo. Tenho saudades desse dia só porque é muito melhor ter vinte anos. Devíamos nascer com botões incorporados que nos permitisse andar para trás, para a frente e se possível parar no tempo, mas no tempo escolhido por nós. Parabéns para o Duarte que isto de viver com uma mulher refilona como eu é mérito...
Ana Bela
terça-feira, 2 de outubro de 2012
Este mês, um pequeno livro de inocência num mundo de ignorância. Viverei até ao fim da minha vida angustiada com a recordação que houve pessoas capazes de cometer as atrocidades que nos narram sobre o extermínio de seres humanos, durante a segunda guerra mundial.
"O rapaz do pijama às riscas"
"Uma coisa é certa: este livro não trará noites tranquilas." - Observer
Ana Bela
"O rapaz do pijama às riscas"
"Uma coisa é certa: este livro não trará noites tranquilas." - Observer
Ana Bela
sexta-feira, 28 de setembro de 2012
quinta-feira, 27 de setembro de 2012
quarta-feira, 26 de setembro de 2012
Agora que estão nas escolinhas todas aquelas crianças que me visitam diariamente e que me fizeram imensa falta neste tempo de férias, começam as encomendas a que eu não resisto. Ontem a Clarinha, mínima, linda, muito pequenina, queria queques pequeninos, só foi embora com a promessa que hoje eu fazia-lhos. Logo de manhã lá estava ela a perguntar por eles. Valeu-me um grande sorriso.
Ana Bela
Ana Bela
terça-feira, 25 de setembro de 2012
"As pessoas têm construído demasiados muros e muito poucas pontes"
Agradou-me esta frase porque eu raramente ergo muros e frequentemente construo pontes, nem sempre consigo que as pessoas as atravessem, mas faço eu as travessias, regra geral do outro lado encontro uma saudade, um abraço, um carinho uma recordação.
Ana Bela
Agradou-me esta frase porque eu raramente ergo muros e frequentemente construo pontes, nem sempre consigo que as pessoas as atravessem, mas faço eu as travessias, regra geral do outro lado encontro uma saudade, um abraço, um carinho uma recordação.
Ana Bela
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