sábado, 7 de setembro de 2013

Meus amigos as festas estão a acabar até o calor e a praia que eu adoro. Só nos resta dançar na areia para aquecer e esperar pelas camadas de roupa que temos que vestir. Detesto o frio! No Inverno também devia haver festas, mas juntam tudo no Verão. Bem, se me sentar ao pé da lareira com um bom livro, para mim serve como festa.


Ana Bela

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Como é bom ter amigas assim...
Num mail que me enviou, ensinou-me que as mulheres gordas, afinal são as mais cultas. Explicação: aprendemos tudo, sabemos tudo o que à cultura diz respeito, não cabendo mais dados na cabeça, a cultura espalha-se pelo corpo. Diz a minha balança que eu sou cultíssima. Boa

Ana Bela

quinta-feira, 5 de setembro de 2013

Embora uns dias atrasada, não me esqueci da leitura deste mês.
Gilles Rozier, nasceu em Grenoble em 1963. Todos os seus romances são intensos, subtis e acutilantes.
Neste, as relações perigosas e ambivalentes, fizeram com que o lesse assim de uma golfada.

Ana Bela

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

Uma vez eu escrevi que há amigos que detetam em nós um sinal de que algo não está bem e nem precisam de estar perto de nós, basta que no telemóvel a nossa voz tenha algo que não lhes passa despercebido, que naquele dia o nosso silêncio foi mais frequente ou não ouviram a nossa gargalhada Acreditem que há amigos assim. Por isto tudo te agradeço Cris, as rosas amarelas. Hoje eu estava a precisar. Obrigada.


Ana Bela

terça-feira, 3 de setembro de 2013

Frases engraçadas

Enquanto espero que apareçam as minhas crianças que estão prestes a começar a escola, para vos contar das gracinhas delas, cito algumas frases que achei poéticas quem sabe...

Nuvens tramando uma tempestade...
Nevoeiro apalpando as paredes...
Patos remando na lagoa...
--- Meteorológicas ---

Ana Bela


sábado, 31 de agosto de 2013

Vou por de serviço na esplanada do Grilo um samurai destes e esperar que ele defenda os meus cinzeiros.

Ana Bela

sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Surge hoje a explicação para o mau aspeto que os cinzeiros da nossa esplanada mostrava, eu tinha vergonha e o amigo que nos ofereceu os novos, também não devia gostar muito deles. Acontece que as pessoas, por vezes transformam-se naquilo que chamam aos outros quando são assaltadas, assim, o primeiro já foi hoje morar noutro sítio. Só não consigo perceber como vai conviver com ele no espaço onde o depositou, Mas enfim há pessoas para tudo. Quanto a mim, costumo chamar a quem desvia o que não lhe pertence de larápios.


Ana Bela